Finalmente estamos na neve! Chegamos de madrugada e nos instalamos na cabaña pra dormir umas quatro horas. Passe na mão e prancha no pé pra encarar as pistas e fora de pistas de Caviahue.
Tem um monte de brasileiros aqui vindos de Chapelco. Assim que chegamos na montanha encontrei com o Diogo e a Fernanda, que conheci no vôo Rio/Buenos Aires. Depois encontrei com o Alex e Artur com as respectivas.
A neve está boa, o dia foi de sol e não está fazendo frio. Vir pra cá foi a melhor coisa que a gente podia ter feito. Vamos ficar aqui até sexta-feira e então seguiremos para San Martin.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Uma parada em Caviahue
A abertura da montanha em Chapeco que estava prevista para quarta-feira foi adiada para sábado. A informação é que eles estão esperando cair mais neve para formar uma boa base para a temporada inteira. Cerro Catedral em Bariloche abriu por uns dias mas também fechou, pelo mesmo motivo.
Então depois de atravessar o deserto (Marrentino na foto) decidimos fazer um desvio na nossa rota e passar uns dias em Caviahue, que é a única estação da região que está aberta. O Marrentino fez umas ligações e descobriu que tem 60 cm de neve na base, que já dá para uma brincadeira. Falamos com Fabian e Miriam que nos esperavam em San Martin e marcamos de nos encontrar no meio do caminho. Cavianue, lá vamos nós!

Caviahue foi o nosso destino na abertura da temporada do ano passado e o relato está aqui no site.
Então depois de atravessar o deserto (Marrentino na foto) decidimos fazer um desvio na nossa rota e passar uns dias em Caviahue, que é a única estação da região que está aberta. O Marrentino fez umas ligações e descobriu que tem 60 cm de neve na base, que já dá para uma brincadeira. Falamos com Fabian e Miriam que nos esperavam em San Martin e marcamos de nos encontrar no meio do caminho. Cavianue, lá vamos nós!

Caviahue foi o nosso destino na abertura da temporada do ano passado e o relato está aqui no site.
domingo, 22 de junho de 2008
Preparativos em Buenos Aires
Chegamos na Argentina e os preparativos pra temporada estão a toda. O carro já está pronto, só falta colocar os pneus de neve quando chegarmos na montanha. Amanhã vamos sair de Buenos Aires pela Rota 5 atravessando o deserto até Neuquén e de lá para San Martin. Serão os primeiros 1600 km dessa longa trip.
sábado, 21 de junho de 2008
Chapelco 2008 !!!

A base do SnowAdventures para a temporada de neve de 2008 na América do Sul será em Chapelco. Chegaremos em San Martin de Los Andes dia 23 de Junho e ficaremos até o dia 28 de Agosto, quando iremos para Ushuaia/Cerro Castor. A neve para essa temporada está um pouco atrasada, mas estamos confiantes que a partir do início de Julho tudo estará branco como esperado.
Este ano eu e o Marcelo Olivetto (vulgo Marrentino) teremos a companhia do Manu Rezende do programa SuperSession, que fará as matérias para a TV. Ao longo da temporada visitaremos Bariloche, Caviahue e o que mais pintar pela frente. O nosso point brasileiro em San Marin será pequeno pra acomodar o monte de gente com viagem já confirmada. Acompanhem aqui a snowtrip, vai ser muito maneiro!
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Despedida de Breckenridge
Tomei um café da manhã caprichado no hotel para terminar de arrumar as malas e partir para Dallas. Eu ainda não havia comentado aqui, mas ao contrário da outra vez que viemos a Breck e ficamos hospedados na base da montanha, dessa vez fiquei em Frisco. O Frisco Lodge é um Bed & Breakfast que existe desde 1885, quando a cidade foi fundada. É claro que os donos não são os mesmos... (rs)

O café da manhã é numa mesa comprida e sempre dá pra bater um papo com os outros hóspedes, que estão sempre nesse clima amigável. Ontem um cara falou muito bem de Jackson Hole, e hoje um casal falou sobre Big Sky, Montana. Mas o prato principal mesmo são os waffles feitos na hora, com maple syrup e frutas. O pão fresco também é ótimo. E os muffins. Tudo é bom.

Vou nessa, abs.
O café da manhã é numa mesa comprida e sempre dá pra bater um papo com os outros hóspedes, que estão sempre nesse clima amigável. Ontem um cara falou muito bem de Jackson Hole, e hoje um casal falou sobre Big Sky, Montana. Mas o prato principal mesmo são os waffles feitos na hora, com maple syrup e frutas. O pão fresco também é ótimo. E os muffins. Tudo é bom.
Vou nessa, abs.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
14° dia: POWDER !!!!
Nevou forte desde ontem até hoje de manhã. O resultado não podia ser outro: POWDER !!! Acordei cedo e tomei café rápido pra pegar as first tracks, mas quando cheguei às 9:00 na montanha o estacionamento já estava cheio. Acho que todo mundo teve a mesma idéia, não sou o único fominha aqui. Peguei a gondola e às 9:15 já estava na base do Peak 8.
O pessoal da montanha teve o bom senso de não fazer grooming em todas as pistas, então tinha sem exagero 30 cm de neve nova por todos os lados. Desculpem aí, mas hoje quase não bati fotos. Tirei o dia pra andar, foi back-to-back das 9 da manhã às 3 da tarde. Parei duas vezes pra beber água e comi uma barra de proteína no lift.

Fiz duas descidas pra esquentar no Peak 8 e peguei o T-Bar para o topo. Vale registrar que esse é o único T-Bar da montanha, mas é um esforço que vale a pena. Chegando lá em cima, do lado direito tem o North Bowl que termina no meio das árvores e do lado esquerdo mais outros dois bowls. Ali é onde tem a melhor neve da montanha para esqui e a segunda melhor para snowboard (na minha opinião a Chair 6 é a melhor), mas tudo pista preta double diamond.
Depois de queimar as pernas por lá fui descansar um pouco nas pistas do Peak 9. Consegui pegar neve virgem ao meio-dia numa parte do Peak 9 meio isolada que quase ninguém vai, que são as pistas Gold King e Volunteer.
Fechei o dia no Peak 10, que foi onde o Paulo e o Wander mais gostaram de andar na viagem de 2007. Lá tem pistas groomed e não groomed, todas bem inclinadas.
Voltei pro hotel para tomar um banho e fui jantar num restaurante de comida do Nepal chamado Himalayan Cuisine. É uma variação de comida indiana com temperos um pouco diferentes, muito bom. Gastei US$ 15 sem cerveja, mas dava pra dividir dois pratos para três pessoas. No restaurante tem um buffet no almoço que custa US$ 7,95 e eu queria experimentar, pois dá pra provar um pouco de cada coisa. O problema é que é bem na hora do snow... (rs)

Amanhã vai ter um show da Grace Potter and the Nocturnals, com outras bandas fazendo a abertura. O show começa assim que a montanha fechar, às 16:00. No sábado vai ter show do Robert Randolph, às 15:00. Isso faz parte do Breckenridge Springmassive Festival, que está rolando de 1 a 20 de Abril.
Encerrei hoje minhas aventuras na neve na temporada 2007/2008 dos Estados Unidos. Amanhã à tarde vou pra Dallas visitar o Marcelo Esteves e domingo volto pro Brasil. Vou escrever um resumo com o balanço geral da viagem, mas já posso adiantar a conclusão: viajar pra cá vale muito a pena!
Abraços a todos.
O pessoal da montanha teve o bom senso de não fazer grooming em todas as pistas, então tinha sem exagero 30 cm de neve nova por todos os lados. Desculpem aí, mas hoje quase não bati fotos. Tirei o dia pra andar, foi back-to-back das 9 da manhã às 3 da tarde. Parei duas vezes pra beber água e comi uma barra de proteína no lift.
Fiz duas descidas pra esquentar no Peak 8 e peguei o T-Bar para o topo. Vale registrar que esse é o único T-Bar da montanha, mas é um esforço que vale a pena. Chegando lá em cima, do lado direito tem o North Bowl que termina no meio das árvores e do lado esquerdo mais outros dois bowls. Ali é onde tem a melhor neve da montanha para esqui e a segunda melhor para snowboard (na minha opinião a Chair 6 é a melhor), mas tudo pista preta double diamond.
Depois de queimar as pernas por lá fui descansar um pouco nas pistas do Peak 9. Consegui pegar neve virgem ao meio-dia numa parte do Peak 9 meio isolada que quase ninguém vai, que são as pistas Gold King e Volunteer.
Fechei o dia no Peak 10, que foi onde o Paulo e o Wander mais gostaram de andar na viagem de 2007. Lá tem pistas groomed e não groomed, todas bem inclinadas.
Voltei pro hotel para tomar um banho e fui jantar num restaurante de comida do Nepal chamado Himalayan Cuisine. É uma variação de comida indiana com temperos um pouco diferentes, muito bom. Gastei US$ 15 sem cerveja, mas dava pra dividir dois pratos para três pessoas. No restaurante tem um buffet no almoço que custa US$ 7,95 e eu queria experimentar, pois dá pra provar um pouco de cada coisa. O problema é que é bem na hora do snow... (rs)
Amanhã vai ter um show da Grace Potter and the Nocturnals, com outras bandas fazendo a abertura. O show começa assim que a montanha fechar, às 16:00. No sábado vai ter show do Robert Randolph, às 15:00. Isso faz parte do Breckenridge Springmassive Festival, que está rolando de 1 a 20 de Abril.
Encerrei hoje minhas aventuras na neve na temporada 2007/2008 dos Estados Unidos. Amanhã à tarde vou pra Dallas visitar o Marcelo Esteves e domingo volto pro Brasil. Vou escrever um resumo com o balanço geral da viagem, mas já posso adiantar a conclusão: viajar pra cá vale muito a pena!
Abraços a todos.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
13° dia: Snow is Back in Breck
O dia amanheceu nublado e a previsão era de neve para a parte da tarde. Andei o dia inteiro por todas as pistas, boa parte no park, e a neve estava boa. Lá pelas 3 horas não deu outra, começou a nevar. A temperatura caiu de 10C de ontem para -7C hoje.

Almocei no Spencer's, restaurante do Beaver Run Resort na base do Peak 9. A comida estava boa, o serviço é legal e quebra a rotina de fast-food. Funciona no esquema de buffet e custa US$ 13,95. Vale a pena.

Na hora de voltar para o hotel a neve caiu de vez. Levei 30 min no caminho que geralmente demora 10 min. Diversos carros parando no acostamento e até uma batida, mas o Santa Fe passou no teste. ABS, controle de tração, pneu de neve, seja lá o que for, funcionou. Cheguei inteiro.


Acho que amanhã vai ter POWDER... :-)
OBS: As fotos da viagem estão nesse link.
Almocei no Spencer's, restaurante do Beaver Run Resort na base do Peak 9. A comida estava boa, o serviço é legal e quebra a rotina de fast-food. Funciona no esquema de buffet e custa US$ 13,95. Vale a pena.
Na hora de voltar para o hotel a neve caiu de vez. Levei 30 min no caminho que geralmente demora 10 min. Diversos carros parando no acostamento e até uma batida, mas o Santa Fe passou no teste. ABS, controle de tração, pneu de neve, seja lá o que for, funcionou. Cheguei inteiro.
Acho que amanhã vai ter POWDER... :-)
OBS: As fotos da viagem estão nesse link.
terça-feira, 15 de abril de 2008
12° dia: Breckenridge is open!
A idéia inicial era passar essa temporada estendida em A-Basin, mas quando soube que Breckenridge ficaria mais uma semana aberta tive que mudar meus planos.

Foi muito bom voltar a Breck depois da viagem do ano passado com o Pípou, Leo, Paulo e Wander. Só está faltando a companhia da galera, claro. Hoje andei pelo Peak 10, Peak 9 e Peak 8. Não fui na Imperial Chair porque a o lift Chair 6 estava fechado, e a única opção era pegar o poma (puxa-saco para os mais íntimos). Tô fora. O Peak 7 fica pra amanhã também.
A montanha está cheia de neve, não tem uma pedra sequer no meio do caminho. Com o sol que está fazendo, lá pelas 10 da manhã a neve já estava macia. No final do dia ficou um pouco slush, mas nada que comprometesse. A temperatura estava por volta de 10°C, verdadeiro calor. Dêem uma olhada na cor do céu.

Uma coisa interessante é que os parks estavam lotados, tinham grupos enormes andando e se divertindo juntos. Vou editar um vídeo para colocar aqui.
[Vídeo]
Quando saí da montanha almocei no My Thai, restaurante tailandês (claro) muito bom na Main Street. O lugar é simples e a comida muito boa e barata. Foi considerado o melhor restaurante asiático da região por 2 anos seguidos. Gasta-se US$ 15 por um prato bem servido e refrigerante ou cerveja.
Aproveito para agradecer ao Pat Barrett e a Vail Resorts por fornecer os passes de esqui para esses dias.
Amanhã tem mais Breck!
Foi muito bom voltar a Breck depois da viagem do ano passado com o Pípou, Leo, Paulo e Wander. Só está faltando a companhia da galera, claro. Hoje andei pelo Peak 10, Peak 9 e Peak 8. Não fui na Imperial Chair porque a o lift Chair 6 estava fechado, e a única opção era pegar o poma (puxa-saco para os mais íntimos). Tô fora. O Peak 7 fica pra amanhã também.
A montanha está cheia de neve, não tem uma pedra sequer no meio do caminho. Com o sol que está fazendo, lá pelas 10 da manhã a neve já estava macia. No final do dia ficou um pouco slush, mas nada que comprometesse. A temperatura estava por volta de 10°C, verdadeiro calor. Dêem uma olhada na cor do céu.
Uma coisa interessante é que os parks estavam lotados, tinham grupos enormes andando e se divertindo juntos. Vou editar um vídeo para colocar aqui.
Quando saí da montanha almocei no My Thai, restaurante tailandês (claro) muito bom na Main Street. O lugar é simples e a comida muito boa e barata. Foi considerado o melhor restaurante asiático da região por 2 anos seguidos. Gasta-se US$ 15 por um prato bem servido e refrigerante ou cerveja.
Aproveito para agradecer ao Pat Barrett e a Vail Resorts por fornecer os passes de esqui para esses dias.
Amanhã tem mais Breck!
Hyundai Santa Fe e XM Satellite Radio
Estou pra falar há um tempo é sobre o rádio por satélite que vem no Hyundai SantaFe que eu aluguei. O carro é legal, tem ABS, controle de tração, freio a disco nas 4 rodas, piloto automático, etc e tal. Ele bebe um pouco. Tudo isso pela bagatela de US$ 21.000 a US$ 28.000, dependendo do modelo. Mas o ponto chave do carro pra mim foi o XM Satellite Radio. Desse o Marconi pode se orgulhar.
No Brasil não dá pra ouvir rádio pois são 10 min de papo furado e anúncios pra cada 5 min de música (sempre as mesmas). No XM Radio são mais de 170 canais separados por gênero, e ainda tem canais de esporte, notícias, etc.
O canal que eu mais gosto é o 49 - Big Tracks Classic Rock. O rádio vai fazer uma participação especial no vídeo da viagem.

www.xmradio.com
No Brasil não dá pra ouvir rádio pois são 10 min de papo furado e anúncios pra cada 5 min de música (sempre as mesmas). No XM Radio são mais de 170 canais separados por gênero, e ainda tem canais de esporte, notícias, etc.
O canal que eu mais gosto é o 49 - Big Tracks Classic Rock. O rádio vai fazer uma participação especial no vídeo da viagem.

segunda-feira, 14 de abril de 2008
11° dia: Spring Skiing em Arapahoe Basin
Hoje fui conhecer Arapahoe Basin. A-Basin, como é chamada pelo pessoal que frequenta, sempre foi considerada uma estação pequena. Só que esse ano inauguraram a parte de trás da montanha, o Montezuma Bowl, aumentando o terreno em 80%. Nessa parte nova tem um bowl gigantesco do lado direito, umas pistas bacanas no centro e um fora de pista também grande do lado esquerdo. Tudo isso servido por um lift quádruplo zero quilômetro.


A parte da frente da montanha tem pistas não muito longas e lifts antigos, mas tem também uma parte de hiking bem legal pra quem tem disposição. Sozinho e depois de uma semana em Aspen, não me arrisquei.
O clima de A-Basin é bem descontraído, ao contrário das estações mais badaladas. Um monte de gente puxa papo e não tem um "dress code".
Para quem vem pra Breck e Keystone vale a pena passar em A-Basin pelo menos para conhecer, principalmente para pegar os bowls num dia de powder.
A parte da frente da montanha tem pistas não muito longas e lifts antigos, mas tem também uma parte de hiking bem legal pra quem tem disposição. Sozinho e depois de uma semana em Aspen, não me arrisquei.
O clima de A-Basin é bem descontraído, ao contrário das estações mais badaladas. Um monte de gente puxa papo e não tem um "dress code".
Para quem vem pra Breck e Keystone vale a pena passar em A-Basin pelo menos para conhecer, principalmente para pegar os bowls num dia de powder.
domingo, 13 de abril de 2008
10° dia: Mudança de endereço
O pessoal acordou às 6 da matina pra pegar o transfer para Denver. Eu como não tinha pressa pude dormir mais um pouco. Snowmass estava deserto, parecia uma cidade fantasma. Hoje era o último dia da temporada e quase todo mundo foi embora.
Lá pelas 10h coloquei as malas no carro e parti pra Breckenridge. Tem uma parte da estrada I-70 que passa no meio de um canyon, o Glenwood Canyon. Esse trecho de 12 milhas que acompanha o rio Colorado é considerado um dos mais bonitos de todas as rodovias interestaduais americanas.



No meio do caminho percebi que a primavera finalmente chegou. Muita gente andando de bicicleta, caminhando, andando de caiaque e pescando. O sol estava forte.
É isso aí, descansei um pouco do snow pra recomeçar amanhã. Até lá!
Lá pelas 10h coloquei as malas no carro e parti pra Breckenridge. Tem uma parte da estrada I-70 que passa no meio de um canyon, o Glenwood Canyon. Esse trecho de 12 milhas que acompanha o rio Colorado é considerado um dos mais bonitos de todas as rodovias interestaduais americanas.



No meio do caminho percebi que a primavera finalmente chegou. Muita gente andando de bicicleta, caminhando, andando de caiaque e pescando. O sol estava forte.
É isso aí, descansei um pouco do snow pra recomeçar amanhã. Até lá!
sábado, 12 de abril de 2008
9° dia: Despedida de Aspen
Depois de muitos desencontros, hoje foi a primeira vez que andei com o Henrique. Estava o maior sol, céu totalmente azul. Começamos subindo o Village Express para esquentar, depois pegamos a gondola para o Elk Camp. Mesmo não tendo nevado durante a noite a neve estava boa. Fizeram um grooming perfeito, parecia um tapete.
O Henrique queria aproveitar o dia pra tirar umas fotos com os fotógrafos da montanha. Ele achava que um CD com 20 fotos custava US$ 20, mas depois descobriu que cada foto impressa custa US$ 20. Caro pra caramba. A foto abaixo foi tirada por mim, acho que vale uns US$ 10. :-)

A maior parte do grupo foi pra Aspen Mountain, pois nevou lá ontem à noite. No meio da tarde passei lá pra encontrar o pessoal, mas achei a neve muito dura. Pra mim em Snowmass estava melhor.
À noite fomos num bar legal em Aspen chamado FLY LOUNGE. O lugar é pequeno e a decoração parece com a parte de dentro de um avião. Bacana. Depois fomos no Chelsea, que fica do outro lado da rua. Mesmo no final da temporada tem um agito em Aspen, ao contrário de Snowmass que depois das 8 da noite está tudo fechado.
Esse foi o último dia de snow da galera. Amanhã o grupo volta para o Brasil e eu continuo por aqui mais uma semana. A idéia inicial era ir pra A-Basin, mas agora fiquei sabendo que Breckenridge vai ficar mais uma semana aberta. Devo ficar em Frisco e ir pras duas montanhas.
Até mais!
O Henrique queria aproveitar o dia pra tirar umas fotos com os fotógrafos da montanha. Ele achava que um CD com 20 fotos custava US$ 20, mas depois descobriu que cada foto impressa custa US$ 20. Caro pra caramba. A foto abaixo foi tirada por mim, acho que vale uns US$ 10. :-)
A maior parte do grupo foi pra Aspen Mountain, pois nevou lá ontem à noite. No meio da tarde passei lá pra encontrar o pessoal, mas achei a neve muito dura. Pra mim em Snowmass estava melhor.
À noite fomos num bar legal em Aspen chamado FLY LOUNGE. O lugar é pequeno e a decoração parece com a parte de dentro de um avião. Bacana. Depois fomos no Chelsea, que fica do outro lado da rua. Mesmo no final da temporada tem um agito em Aspen, ao contrário de Snowmass que depois das 8 da noite está tudo fechado.
Esse foi o último dia de snow da galera. Amanhã o grupo volta para o Brasil e eu continuo por aqui mais uma semana. A idéia inicial era ir pra A-Basin, mas agora fiquei sabendo que Breckenridge vai ficar mais uma semana aberta. Devo ficar em Frisco e ir pras duas montanhas.
Até mais!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
7° dia: First Tracks em Snowmass
Um segundo sistema de baixa pressão chegou no Colorado e despejou neve a noite passada e o dia inteiro de hoje. Acordamos cedo pra aproveitar tudo que a gente tinha direito e pegamnos a gondola de Elk Camp às 9:10. Nem precisava dizer que fomos os primeiros a descer em diversas pistas. First tracks!
quarta-feira, 9 de abril de 2008
6° dia: Ajax - Aspen Mountain
Logo depois do café saimos eu, André, Tulio e Bráulio fomos conhecer Aspen Mountain (Ajax). Na última viagem em dezembro as coisas estavam tão boas em Snowmass, Buttermilk e Highlands que acabamos não indo a Ajax.
A previsão de neve na parte da tarde se confirmou, e como as pistas de Ajax são bem inclinadas, foi botar pra baixo o dia inteiro.


O André comprou o resto do equipamento que faltava, uma prancha Rome Flag 163 e bindings Burton Cartel. Agora o bicho vai voar.
Marcos Paulo, Marcelo, Marquinhos e Cacá foram pra Aspen fazer backcountry com snowcat, da Aspen Mountain Powder Tours. Disseram que é imperdível, andaram o dia inteiro e foram 12 descidas.
A previsão de neve na parte da tarde se confirmou, e como as pistas de Ajax são bem inclinadas, foi botar pra baixo o dia inteiro.
O André comprou o resto do equipamento que faltava, uma prancha Rome Flag 163 e bindings Burton Cartel. Agora o bicho vai voar.
Marcos Paulo, Marcelo, Marquinhos e Cacá foram pra Aspen fazer backcountry com snowcat, da Aspen Mountain Powder Tours. Disseram que é imperdível, andaram o dia inteiro e foram 12 descidas.
terça-feira, 8 de abril de 2008
5° dia: Sol em Snowmass
Hoje fez sol o dia inteiro e ainda deu pra aproveitar um pouco da neve de ontem. Descobrimos a mais longa e uma das melhores pistas daqui, chamada Long Shot. É a última pista do lado esquerdo da montanha, em Elk Camp. Tem que caminhar uns 100 metros de subida a partir do topo do lift, mas vale totalmente a pena. Estamos só esperando a próxima neve cair para voltar lá.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
3° dia: Highlands Closing Day Party
Nevou a noite inteira e boa parte da manhã. Comecei andando com o André em Snowmass, depois partimos pra Buttermilk. Pegamos muito powder lá, principalmente nas pistas na Upper Tiehack, que foi um dos lugares que mais pegamos powder na viagem passada. Lá pelo meio-dia foi a parte chata, pois estávamos voltando pra encontrar o Henrique na base e o André levou um tombo e machucou o ombro. Mas vai melhorar logo, pensamento positivo!
Depois disso o André voltou pro hotel e como não encontramos o Henrique fui sozinho pra Highlands, onde rolou a festa de encerramento da temporada de lá. A festa estava muito maneira, com música ao vivo, dj e as pessoas fantasiadas. Muita gente perdeu a linha...
Depois disso o André voltou pro hotel e como não encontramos o Henrique fui sozinho pra Highlands, onde rolou a festa de encerramento da temporada de lá. A festa estava muito maneira, com música ao vivo, dj e as pessoas fantasiadas. Muita gente perdeu a linha...
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Snowtrip Colorado 2008
Cheguei hoje aqui no Colorado no início da tarde, e já peguei neve no aeroporto de Denver. Na estrada até o hotel também nevou a maior parte do tempo. Não foi aquela tempestade, mas o suficiente para manter as pistas boas.
Tive que mudar os planos de ir para Crested Butte porque os vôos atrasaram e cheguei em Denver só no início da tarde. Até Crested Butte são 400 km (4 horas de viagem), sem chances de dirigir essa distância hoje. Amanhã vou pra montanha pela primeira vez, provavelmente pra Breckenridge e depois para Keystone no final da tarde.
Valeu, galera, amanhã é que o assunto vai ficar bom. Até mais!
Tive que mudar os planos de ir para Crested Butte porque os vôos atrasaram e cheguei em Denver só no início da tarde. Até Crested Butte são 400 km (4 horas de viagem), sem chances de dirigir essa distância hoje. Amanhã vou pra montanha pela primeira vez, provavelmente pra Breckenridge e depois para Keystone no final da tarde.
Valeu, galera, amanhã é que o assunto vai ficar bom. Até mais!
quinta-feira, 20 de março de 2008
Val Thorens - Alpes franceses
VAL THORENS
Snow trip de 01 à 14 de março de 2008
(foto do alto do Cime Caron, um brinde a generosidade da vista que nos foi ofertada pela mãe-natureza, com uma névoa de meia altura cobrindo todo o vale de Oreille, fazendo da montanha um oceano)
Caros leitores (trocando em miúdos, Johnny, o dono do site, que tem que dar o exemplo, Leozinho MM, parceiro de blog e câmera man na trip do Colorado, minha mulher, Claudinha, nem que seja na marra, e, espero, o Ivo, o meu parceiro de viagem, para quem lavei e cozinhei por duas semanas, sem usufruir, no entanto, e que fique bem claro, de favores sexuais):
Peço desculpas, mas nessa trip não deu para escrever o diário de bordo no blog. A hora de internte custava 8 euros!!! Assim não dá! O escorpião que levei no bolso estava nervoso! A esse preço, só se o Johnny tivesse mandado um patrocínio gordo.... ou emprestado o lap top, sem garantias de retorno, rsrsrs.
A minha idéia é deixar o meu registro da viagem com informações úteis para ajudar quem queira se aventurar por aquelas bandas. Mas como o meu bom amigo Leo ressaltou, meu relato estava carente das aventuras. Acrescentei, então, mais informações do dia-a-dia.
A viagem
Foi difícil arrebanhar gente para essa viagem. Só em falar que era para os Alpes franceses, a galera assustava. Euro??? Tô fora! Uma pena, porque esquiar é sempre melhor em grupo e o preço que conseguimos foi super em conta (por volta de U$ 1900 para uma semana). Em comparação, temos visto preço de uma trip no Ushuaia, em setembro, por U$ 1500. O que é melhor???
Para se ter idéia dos custos da viagem, a hospedagem custava menos de 200 € a semana, ficando em estúdio com cozinha, o ski pass (área de Val Tho), lá chamado de forfait, sai por um pouco menos de 200 €, por 7 dias. Juntos, habitação e pass para uma semana, U$ 600. O transfer de Paris para Val Tho (trem + Ônibus) saiu perto de 170 €, U$ 300. Tudo visto na internete, pesquisando as menores tarifas. A TAP tinha passagem a U$ 890 (plus tax).
Para se ter idéia dos custos da viagem, a hospedagem custava menos de 200 € a semana, ficando em estúdio com cozinha, o ski pass (área de Val Tho), lá chamado de forfait, sai por um pouco menos de 200 €, por 7 dias. Juntos, habitação e pass para uma semana, U$ 600. O transfer de Paris para Val Tho (trem + Ônibus) saiu perto de 170 €, U$ 300. Tudo visto na internete, pesquisando as menores tarifas. A TAP tinha passagem a U$ 890 (plus tax).
Só consegui a adesão de um amigo de longa data, o Ivo, que também atende a alcunha de Ogro (não me perguntem o porquê!), um cara gente boa, aparentemente calmo, meio fora de forma, como bem se pode notar ao lado, de jaqueta laranja, modelito tio suquita, , que, surpreendentemente, não emitiu a quantidade de gases a que está habituado, graças a Deus!!! Esta era sua segunda temporada de snowboard. A temporada anterior havia sido em Valle Nevado, em 2003... Sofreu a criança, quero dizer, o jovem senhor!!! rsrsrsrs. Ressalte-se que, embora sacaneando o colega, não sou exatamente um atleta, tampouco um expert no snowboard, agora na minha sexta temporada.
Ficamos, no entanto, duas semanas para compensar o desgaste da viagem, já que isso representaria um acréscimo de menos de U$ 600, fora as despesas de supermercado. Os preços médios de jantar ficavam entre 15 e 20 €, mas, como optamos por cozinhar no apartamento, fizemos uma boa economia.

(foto da estação de trem Moutiers Salins)
A ida foi por Paris, porque eu queria queimar minhas milhas VARIG, mesmo sabendo que seria um péssimo negócio, já que, com 70.000 milhas, dá para emitir 3 passagens para Santiago e ainda sobram 10.000. Fiz isso porque eu estava com medo da VARIG dar de novo para traz e me deixar na mão, sem milhas e sem passagem. Espero que a VARIG cresça e eu me arrependa. Grata satisfação não termos tido qualquer problema com o vôo: 100% de pontualidade na ida e na volta. Em tempos de caos aéreo, nem eu acreditei.
O bom de ir por Paris é que, tendo disposição para encarar o trem da noite para os Alpes, economiza-se um pernoite. Além disso, dá para fazer um stop e conhecer a cidade luz, o que não fizemos, já que somos sujeitos espadas, pit bull, down hill.... e a fissura falou bem mais alto. 100% de foco na neve. Falando assim pode até parecer um absurdo.... e realmente é!
Pode-se ir, também, por Genebra (Genevè) ou por Lyon, que ficam bem mais perto dos Alpes, e de onde há ligação por ônibus para as diversas estações de esqui, e são muitas! Convém, porém, checar se os horários (facilmente encontrados na internete) de chegada e saída dos vôos são compatíveis com os dos transfers, para não se ter que fazer um pernoite extra na chegada ou na saída. De Lyon o transfer é bem mais barato.

O bom de ir por Paris é que, tendo disposição para encarar o trem da noite para os Alpes, economiza-se um pernoite. Além disso, dá para fazer um stop e conhecer a cidade luz, o que não fizemos, já que somos sujeitos espadas, pit bull, down hill.... e a fissura falou bem mais alto. 100% de foco na neve. Falando assim pode até parecer um absurdo.... e realmente é!
Pode-se ir, também, por Genebra (Genevè) ou por Lyon, que ficam bem mais perto dos Alpes, e de onde há ligação por ônibus para as diversas estações de esqui, e são muitas! Convém, porém, checar se os horários (facilmente encontrados na internete) de chegada e saída dos vôos são compatíveis com os dos transfers, para não se ter que fazer um pernoite extra na chegada ou na saída. De Lyon o transfer é bem mais barato.
(foto: subindo o funitel Peclet)
Nosso vôo chegou ao Aeroporto Charles de Gaulle por volta de 16:00 h do dia 01/03/2008, sábado. De lá, pegamos o trem para Paris (8 € a ida) e fomos direto para a Gare de Austerliz, onde pegamos o trem noturno das 23:30 (50 €) para MOUTIERS SALINS (cuidado, é o mesmo trem que vai para Bourg San Maurice, o ponto final da linha e destino de quem vai para Val d´Iser. Há um outro lugar que também se chama Moutiers e pode dar confusão), que partem entre 22:00 e 23:30 h e chegam de manhã cedinho. Compramos o bilhete pela internete com antecedência no site da SNCF. Não se esqueça de validar o bilhete em uma das máquinas amarelas antes de embarcar. Pode te livrar de uma multa. De Moutiers Salins, pegamos o buzum para Val Tho (16 € a ida). Pois é, foram duas noites dormindo sentado!!! Puro perrenhe, mas com um dramin fica mais fácil.
Quem quiser ficar apenas uma semana, é melhor se planejar chegada em Val Tho no sábado de manhã, e a saída, no sábado a tarde, já que (apenas no sábado!), no Centro Esportivo (toda estação tem um, com piscinas quentes, saunas, squash, musculação, yoga, massagens, etc), há lugar para guardar as bagagens durante o dia, enquanto se aguarda o horário do check in/out. Assim, pode-se esquiar um ou dois dia a mais. No sábado de retorno, convém tomar um banho, no final do dia, no Centro Esportivo.... o que deve custar uns 10 €.
Mas depois de duas noites mal dormidas e ainda sob o efeito do jet lag (fuso horário) e da altitude (2300m), o primeiro dia é pesado!!! Só na raça.
Mas isso não é problema. Disposição não falta. Ano passado, no primeiro dia em Breckenridge, fomos encarar o ski noturno de Keystone, com temperaturas de até - 27º C!!!
Hospedagem:
(Foto da praça central -Gare Routiere)
Mas depois de duas noites mal dormidas e ainda sob o efeito do jet lag (fuso horário) e da altitude (2300m), o primeiro dia é pesado!!! Só na raça.
Mas isso não é problema. Disposição não falta. Ano passado, no primeiro dia em Breckenridge, fomos encarar o ski noturno de Keystone, com temperaturas de até - 27º C!!!
Hospedagem:
A hospedagem nos Alpes franceses é sempre de sábado a sábado (ski week), seja no Club Med (U$ 1600 com tudo incluso, inclusive birita e monitor de esqui/snowboard), seja no estúdio mais favela. Não dá para querer ficar 10 dias.
Nós ficamos em um estúdio, com mini-cozinha, que custava cerca de 180 € a cabeça, cada semana, nada incluído, nem roupa de cama (bed linen), que se aluga por 8 €. Quanto maior a antecedência na reserva, melhores são as opções de hospedagem e os preços. Fizemos as reservas diretamente no site oficial de Val Thorens, que tem informações do tamanho dos apartamentos e de tudo que eles oferecem. Atenção com o tipo de cama! Há diversos outros sites que também oferecem reserva de estadia, mas eu prefiro pagar um pouco mais por mais segurança.
Nós ficamos em um estúdio, com mini-cozinha, que custava cerca de 180 € a cabeça, cada semana, nada incluído, nem roupa de cama (bed linen), que se aluga por 8 €. Quanto maior a antecedência na reserva, melhores são as opções de hospedagem e os preços. Fizemos as reservas diretamente no site oficial de Val Thorens, que tem informações do tamanho dos apartamentos e de tudo que eles oferecem. Atenção com o tipo de cama! Há diversos outros sites que também oferecem reserva de estadia, mas eu prefiro pagar um pouco mais por mais segurança.
Para quem quiser ou precisar cozinhar, há vários supermercados que funcionam de 8 às 20:00. Não sair para jantar é a grande pedida, assim dá para enxugar bem o orçamento. Lá tudo é mais caro, pelo menos o dobro do preço, mas o que assusta mesmo é o preço da carne. O quilo do contra filé saiu a 25 €, o da carne moída ou do frango, 13 €. Até ovo é caro, 3 € a dúzia. Também não ficam para traz o queijo e presunto, 12 €. As frutas também não deixam por menos. Quase todas custam entre 3 e 4 € o quilo. Não deixe de provar o queijo de cabra (chevre). De barato só o vinho, que preferimos consumir do nacional (piadinha velha!!!).
(vista da vila, tirada da pista Chatelet, em dia de mal tempo)
Em qualquer lugar da vila você ficará bem parado. Tudo é perto das pistas. Se vc quiser ficar mais perto do comércio, fique perto da igrejinha (Eglise). Na verdade, não tem nada muito longe, exceto uns poucos chalés no alto das encostas. Mas na dúvida, confira no mapa antes de fechar a reserva.
Vai um grande bizout para a galera apertada que quer economizar o máximo. Num estúdio para 3 pax dá tranqüilamente para ficarem 4 ou 5 pessoas, dependendo do tamanho. Compare a metragem dos apartamentos disponíveis no site de Val Thorens. É só levar um saco de dormir e roupa de cama. Não tem fiscalização sobre a quantidade de pessoas. Só não vai ter chave extra.
Montanha
Montanha
O ski pass (forfait) de 6 dias para Val Tho custa 169 € e dá direito a esquiar em Oreille, um paraíso de fora-de-pistas. O bilhete para toda custa 50 € mais caro. Para uma estadia de uma semana, esquiar em Val Tho e Oreille está de bom tamanho. Mas quem quiser esquiar nos 3 resorts (ninguém vai para Los Menuires), cuidado com os horários de retorno e com a névoa, já que lá, ao contrário dos EUA, na França não se preza pela integração dos centros de esqui, ao contrário, fazem tudo para você ficar num lugar só. Não conseguir voltar pode custar uma pequena fortuna num táxi. Ouvi alguém dizer, não me lembro bem a onde, que a melhor opção de estadia para quem quer esquiar nos 3 Vallées é Meribel, que fica no meio, entre Courchevel e Val Tho, facilitando o retorno.
Os três primeiros dias foram de sol e pistas em ótimo estado, ideal para se conhecer a montanha no início da temporada. Normalmente sempre tem um maluco que anda mais e que vai na frente, ora o Marcelo, ora o Neco, o Johnny, e a gente vai atrás, seja lá o que Deus quiser. Como o Ivo estava mais devagar, acabei andando boa parte do tempo sozinho, mais devagar e mais cautelosamente, portanto. A evolução também é menor... no risk, no gain! Mas tem que se ter cuidado com uma névoa sinistra que as vezes sobe no final da tarde e deixa a visibilidade praticamente zero!
Tive a sorte de pegar três dias sensacionais de powder no final da primeira semana, de quarta a sexta-feira, quando nevou moderadamente e tinha boa visibilidade. Não era aquele de ficar encalhado até a cintura. Era neve até o joelho, o que para mim é muito melhor. Foi muito bom! Pena que eu ainda não conhecia bem os picos... poderia ter aproveitado muito mais. Ainda sim, mesmo sozinho, o que não é fácil, tampouco aconselhável, ainda que eu desse aquela amarelada básica, venci várias pirambeiras sinistras (do meu ponto de vista, é claro).
Fui em todos, embora no começo estivesse meio amarillo!!! Fora-de-pista sozinho não é fácil. No começo só me arriscava naqueles em que eu conseguia ver a pista no final. Cuidado, não deixem de fazer o seguro de resgate que pode custar até 5.000 €. O mais difícil era encarar as trilhas em meio a pedras e desfiladeiros, sem que desse para ver o que tinha pela frente, confiando apenas nos rastros de outras pranchas e no que se via do alto dos liftings. Mas vez ou outra eu acabava seguindo algum maluco, ou grupo, se embrenhando em algum atalho. Era batata, mesmo sem conhecer ninguém, ia junto!
Os fora-de-pistas (hors piste) de Val Tho são uma atração à parte. Em qualquer saída de lifting tem um fora-de-pista maneiríssimo. Nem precisa fazer caminhada. É impressionante como o relevo e a geologia são favoráveis. Sem árvores, a montanha inteira é um grande fora-de-pista para o snowboarders e esquiadores mais aventureiros. No final do Funitel Peclet tem outro lifting que leva lá pro cume do Glacier Peclet. É de outro mundo. Ainda do final do Peclet há opções excelentes tanto nas bordas da Lac Blanc quanto da Beranger. No final do lifting da Cascade também, e do alto da Moraine, do alto da Portete. Eu gostava muito do fora-de-pista por baixo da Moutiere. Tudo é bom, mas não deixem de dar uma atenção especial ao vale de Oreille.... o pico mais vazio, neve mais powder, altos fora-de-pista, muito legal.
O azar é que, na segunda semana, entre segunda e quarta-feira, o tempo ficou muito ruim: neve, vento forte e neblina... pouquíssima visibilidade. Mesmo com googles amarelos estava difícil se enxergar. Dava até desorientação espacial, tontura. Você já caiu fazendo uma curva simples, numa pista azul, devagar, aparentemente sem motivo? É muito estranho. Não deu para andar muito. Ainda assim, aproveitava para treinar uma base invertida, alguns pulinhos com switch, etc.
Em compensação, na quinta-feira, nosso último dia de esqui, abriu o maior sol e a montanha estava um powderzão. Andei o dia todo sem parar, só comendo chocolate! Na verdade, passei a maior parte do dia em Oreille. Eu até pensava: pô, é o último dia, vamos rodar a montanha... mas tava tão bom que não conseguia abandonar aqueles fora-de-pistas vazios e tenros.
Eu acabei esquiando os 12 dias em Val Thorens. O meu plano foi o seguinte. Vou compra o forfait para 6 dias em Val Tho, e os últimos 6, para os 3 Vallées, para conhecer Meribel e Courchevel. Mas o Ivo não desenvolveu o suficiente para me acompanhar. Achei melhor, então, ficar somente em Val Tho. Não é tão simples assim mudar de vale. Se o tempo fechar, você pode morrer em 400 euros num taxi.
Também não andei muito no snowpark. As filas do puxa-saco são grandes, um de cada vez, aquele empurra-empurra, desanima!!! O bizout é ir logo de manhã, dar duas passadas e partir. Há um mapa do snowpark, mas não é fácil consegui-lo. São três descidas paralelas, a da direita, que é verde, a do meio, azul e a da esquedar, a preta, com os grandes jumps. Se você não der mole, pode acabar na maca...
Na descida da direita há um boardcross seguido de dois jumps pequenos no final, que me pareceu muito bem feito, apesar de fácil. Foi minha primeira vez nesse tobogã. É muito legar fazer aquelas curvas inclinadas sem ter que fazer força nenhuma.
Lá em Las Leñas tem um projeto de boardcross que deveria ser interditado, um lixo. Ano passado tinha achado o máximo. É como se diz: a ignorância é a mãe da felicidade!!!. Fiz umas 3 vezes a essa seqüência. Na descida no meio, há primeiro uns rails, só fiz o primeiro, que é aquele básico, com uns 30 cm de largura, e na horizontal, mas sempre passando reto, com dois jumps médios, no final, que realizei com uma boa média de acerto. Os tombos não foram sérios. A seqüência da esquerda era a dos jumps maiores, com um colchão de ar no final. Estava sempre vazia. Não vi ninguém pulando do colchão. Nem sei como funciona. O povo lá não tem o hábito de pular. Vi pouca gente pulando melhor do que eu... e olha que eu não pulo nada!!! O legal conhecer as pistas é que você acaba descolando uns pontos de jump. No final da Tete Ronde sempre dava dois jumps em seqüência em frente ao restaurante... tirava muita onda!
Até que nesse ano cheguei em casa bem, minha mulher nem acreditou: Sem febre e andando sem mancar! Prevenido, achei melhor usar joelheiras, daquelas com suportes de ferro, já que antes um pouco da viagem mi rodillas estavam rangendo além do normal. Na montanha só danifiquei os ombros, ambos, por causa dos tombos nos fora-de-pista... sempre de frente, na inversão. Sabe como é, para aprender tem que cair. Ainda não consigo desenvolver nas encostas um pouco mais inclinadas. Um dia aprendo. Mas tomei uma caixa de Arcoxia 120, emendando numa outra de nimesulida.... Que Ronaldo Lomelino, parceiro de esqui e meu ortopedista nas horas vagas, não me ouça!!!
Tive a sorte de pegar três dias sensacionais de powder no final da primeira semana, de quarta a sexta-feira, quando nevou moderadamente e tinha boa visibilidade. Não era aquele de ficar encalhado até a cintura. Era neve até o joelho, o que para mim é muito melhor. Foi muito bom! Pena que eu ainda não conhecia bem os picos... poderia ter aproveitado muito mais. Ainda sim, mesmo sozinho, o que não é fácil, tampouco aconselhável, ainda que eu desse aquela amarelada básica, venci várias pirambeiras sinistras (do meu ponto de vista, é claro).
(auto-foto do fora de pista de Oreille)
Os fora-de-pistas (hors piste) de Val Tho são uma atração à parte. Em qualquer saída de lifting tem um fora-de-pista maneiríssimo. Nem precisa fazer caminhada. É impressionante como o relevo e a geologia são favoráveis. Sem árvores, a montanha inteira é um grande fora-de-pista para o snowboarders e esquiadores mais aventureiros. No final do Funitel Peclet tem outro lifting que leva lá pro cume do Glacier Peclet. É de outro mundo. Ainda do final do Peclet há opções excelentes tanto nas bordas da Lac Blanc quanto da Beranger. No final do lifting da Cascade também, e do alto da Moraine, do alto da Portete. Eu gostava muito do fora-de-pista por baixo da Moutiere. Tudo é bom, mas não deixem de dar uma atenção especial ao vale de Oreille.... o pico mais vazio, neve mais powder, altos fora-de-pista, muito legal.
Em compensação, na quinta-feira, nosso último dia de esqui, abriu o maior sol e a montanha estava um powderzão. Andei o dia todo sem parar, só comendo chocolate! Na verdade, passei a maior parte do dia em Oreille. Eu até pensava: pô, é o último dia, vamos rodar a montanha... mas tava tão bom que não conseguia abandonar aqueles fora-de-pistas vazios e tenros.
Eu acabei esquiando os 12 dias em Val Thorens. O meu plano foi o seguinte. Vou compra o forfait para 6 dias em Val Tho, e os últimos 6, para os 3 Vallées, para conhecer Meribel e Courchevel. Mas o Ivo não desenvolveu o suficiente para me acompanhar. Achei melhor, então, ficar somente em Val Tho. Não é tão simples assim mudar de vale. Se o tempo fechar, você pode morrer em 400 euros num taxi.
Também não andei muito no snowpark. As filas do puxa-saco são grandes, um de cada vez, aquele empurra-empurra, desanima!!! O bizout é ir logo de manhã, dar duas passadas e partir. Há um mapa do snowpark, mas não é fácil consegui-lo. São três descidas paralelas, a da direita, que é verde, a do meio, azul e a da esquedar, a preta, com os grandes jumps. Se você não der mole, pode acabar na maca...
(eu, de roupa nova, com o snowpark no fundo)
Lá em Las Leñas tem um projeto de boardcross que deveria ser interditado, um lixo. Ano passado tinha achado o máximo. É como se diz: a ignorância é a mãe da felicidade!!!. Fiz umas 3 vezes a essa seqüência. Na descida no meio, há primeiro uns rails, só fiz o primeiro, que é aquele básico, com uns 30 cm de largura, e na horizontal, mas sempre passando reto, com dois jumps médios, no final, que realizei com uma boa média de acerto. Os tombos não foram sérios. A seqüência da esquerda era a dos jumps maiores, com um colchão de ar no final. Estava sempre vazia. Não vi ninguém pulando do colchão. Nem sei como funciona. O povo lá não tem o hábito de pular. Vi pouca gente pulando melhor do que eu... e olha que eu não pulo nada!!! O legal conhecer as pistas é que você acaba descolando uns pontos de jump. No final da Tete Ronde sempre dava dois jumps em seqüência em frente ao restaurante... tirava muita onda!
Até que nesse ano cheguei em casa bem, minha mulher nem acreditou: Sem febre e andando sem mancar! Prevenido, achei melhor usar joelheiras, daquelas com suportes de ferro, já que antes um pouco da viagem mi rodillas estavam rangendo além do normal. Na montanha só danifiquei os ombros, ambos, por causa dos tombos nos fora-de-pista... sempre de frente, na inversão. Sabe como é, para aprender tem que cair. Ainda não consigo desenvolver nas encostas um pouco mais inclinadas. Um dia aprendo. Mas tomei uma caixa de Arcoxia 120, emendando numa outra de nimesulida.... Que Ronaldo Lomelino, parceiro de esqui e meu ortopedista nas horas vagas, não me ouça!!!
(foto da escada rolante do funitel Peclet)
Os liftings de Val Tho são outra atração. Nunca imaginei que pudesse haver algo semelhante. Estação de embarque com escada rolante. E são várias. Diversas telecabine (funitel) que levam de 8 a 25 pessoas. Tem até um bondinho, tipo do Pão de Açúcar, que leva uns 50, em pé. Liftins de 6, com embarque duplo. Todos de alta velocidade. E ainda assim, há sempre filas grandes, por vezes enormes, mas não se perde mais que 10 minutos em pé, mesmo sendo a organização das filas precária. Parece o empurra-empurra de Bariloche ou de Chapelco. É um saco. Quase sentei a mão na cara de um desses franceses que estão sempre furando a fila na maior cara-de-pau. Parece carioca andando no acostamento. Só quem respeita as filas são os alemães.
Conclusão
(foto do bondinho Cime Caron)
Conclusão
Com tanto lifting, e de tão modernos, grandes e velozes, Val Tho fica lotada!!! Tem pistas que parecem formigueiros. Nem fora de pista cascudo se salva. Mesmo com neve recente, em poucas horas está tudo riscado. Chega a atrapalhar, especialmente quando se o sujeito está treinando em uma pista superior ao seu grau de habilidade, mas não vi ninguém se chocar. Nem dá para acreditar.
É impressionante o alto nível de habilidade do esquiador médio que freqüenta os Alpes. Todo mundo que vai para lá anda bem, especialmente os esquiadores. Parece que esquiar é disciplina escolar. O ruim, especialmente para o snowboard, é que, se o dia estiver bom, 4 horas da tarde a montanha está toda esburacada. É muito esqui cavando as pistas. Nesse caso, é bom fugir para Oreille!!! Para treinar speed em pista demarcada, melhor de manhã, quando o grooming da noite ainda não venceu.

É impressionante o alto nível de habilidade do esquiador médio que freqüenta os Alpes. Todo mundo que vai para lá anda bem, especialmente os esquiadores. Parece que esquiar é disciplina escolar. O ruim, especialmente para o snowboard, é que, se o dia estiver bom, 4 horas da tarde a montanha está toda esburacada. É muito esqui cavando as pistas. Nesse caso, é bom fugir para Oreille!!! Para treinar speed em pista demarcada, melhor de manhã, quando o grooming da noite ainda não venceu.
(Eu e o Ivo, com seu google gigante, brindando na montanha... 3,50 euros)
Fiquei me perguntando qual é o melhor lugar para se esquiar, USA ou Europa?? Seria muita pretensão querer responder a essa pergunta, já que essa foi minha primeira temporada na Europa. Ano passado fiz minha única temporada norte-americana no Colorado. Talvez seja melhor perguntar quem é melhor, Breckenridge, Keystone e Vail, ou Val Thorens??? No Colorado, as estações possuem boa parte das pistas talhadas em bosques. Com certeza, não há a mesma quantidade nem a mesma qualidade dos fora-de-pistas de Val Tho, onde não há árvores, só pedras e neve. Em compensação, no Colorado, a qualidade da manutenção das pistas é muito superior a da França.

Talvez tenha a ver com a própria tradição de esqui do velho continente, que me parece ainda não ter assimilado completamente o snowboard. No esqui, a ondulação é até desejada, não? Então para que todo esse grooming?? Outra prova da minha tese é a sinalização. Nos 3 Vallées não há demarcação de doubles black diamond. Ao contrário, há avisos de que não se deve esquiar fora das pistas. O resgate pode sair por uma pequena fortuna.
Talvez tenha a ver com a própria tradição de esqui do velho continente, que me parece ainda não ter assimilado completamente o snowboard. No esqui, a ondulação é até desejada, não? Então para que todo esse grooming?? Outra prova da minha tese é a sinalização. Nos 3 Vallées não há demarcação de doubles black diamond. Ao contrário, há avisos de que não se deve esquiar fora das pistas. O resgate pode sair por uma pequena fortuna.
De uma coisa eu tenho certeza absoluta. Quanto ao quesito snowpark, os USA dão de 10000!!! Comparando-se, porém, com os argentinos, o de Val Tho é coisa de cinema.
Ajudei??? Não??? Desculpe-me. Eu mesmo teria dificuldade em optar por um ou outro se me fosse dada a chance de fazer uma nova trip.
Antes que me esqueça, sequer cogite de aprender a esquiar em Val Tho. Não há pistas verdes funcionais. A única verde é a base da estação que recebe o fluxo geral. Mesmo as azuis costumam ser batizadas com trechos de vermelha. Quer aprender, o que digo sempre é: vá para Chapelco, é melhor e mais barato!
Pípou
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
6° dia: Saideira em Grande Estilo!
A viagem já estava maneiríssima até ontem: zero de fila nos lifts, pistas vazias, powder todo dia, snowpark, hiking no Highland Bowl. Cada dia fizemos uma coisa diferente, as coisas se completavam. Mas por essa acho que ninguém esperava, hoje acabou sendo o melhor dia de todos!
Acordamos antes das 7 e a neve estava caindo forte. Devoramos o café da manhã e partimos pra pista na maior pressa, cheios de vontade para as First Tracks. Chegando lá a decepção: estava nevando tanto que os lifts iam demorar pra abrir. O Henrique (amigo do Mauro) estava com a gente, e lá pelas 8:45 veio a boa notícia: o Elk Camp ia abrir pela primeira vez na temporada. Corremos pra lá e pegamos o terceiro carro da Elk Camp Gondola. O terceiro carro! Imagina o que é ser um dos primeiros a riscar a neve de uma parte da montanha que está fechada recebendo neve sem parar há 2 semanas, onde ninguém está andando.
Na subida o Henrique foi apontando os lugares que a gente ia descer. O cara realmente conhece tudo de Snowmass, posso dizer que ele foi o grande responsável pelo tanto que a gente curtiu esse dia. Pista, fora de pista, carving, powder até a cintura. Vejam o vídeo e tirem suas próprias conclusões:
É isso aí gente, essa primeira snowtrip de 2007/2008 em Aspen/Snowmass chegou ao fim. Se alguém duvidava que tem neve em Dezembro, agora posso afirmar: tem neve pra C*%#*^ !!!
Valeu a companhia de todos que estiveram no grupo e também dos que acompanharam pelo blog. Vamos planejar as próximas trips, pois a temporada está só começando. Quem tiver alguma idéia é só escrever no fórum que não vai faltar gente pra formar a trip.
Até mais!
Johnny.
Acordamos antes das 7 e a neve estava caindo forte. Devoramos o café da manhã e partimos pra pista na maior pressa, cheios de vontade para as First Tracks. Chegando lá a decepção: estava nevando tanto que os lifts iam demorar pra abrir. O Henrique (amigo do Mauro) estava com a gente, e lá pelas 8:45 veio a boa notícia: o Elk Camp ia abrir pela primeira vez na temporada. Corremos pra lá e pegamos o terceiro carro da Elk Camp Gondola. O terceiro carro! Imagina o que é ser um dos primeiros a riscar a neve de uma parte da montanha que está fechada recebendo neve sem parar há 2 semanas, onde ninguém está andando.
Na subida o Henrique foi apontando os lugares que a gente ia descer. O cara realmente conhece tudo de Snowmass, posso dizer que ele foi o grande responsável pelo tanto que a gente curtiu esse dia. Pista, fora de pista, carving, powder até a cintura. Vejam o vídeo e tirem suas próprias conclusões:
É isso aí gente, essa primeira snowtrip de 2007/2008 em Aspen/Snowmass chegou ao fim. Se alguém duvidava que tem neve em Dezembro, agora posso afirmar: tem neve pra C*%#*^ !!!
Valeu a companhia de todos que estiveram no grupo e também dos que acompanharam pelo blog. Vamos planejar as próximas trips, pois a temporada está só começando. Quem tiver alguma idéia é só escrever no fórum que não vai faltar gente pra formar a trip.
Até mais!
Johnny.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
2° dia: Epic Conditions
Daily report de hoje, no site da estação:
5-10" of snow is expected in the next 16 hours!
Conditions continue to be epic and base depths are more than double of our average.
Leo.
5-10" of snow is expected in the next 16 hours!
Conditions continue to be epic and base depths are more than double of our average.
Leo.
Assinar:
Postagens (Atom)