Já pensou em fazer a sua própria prancha de snowboard? Olha que incentivo...
Mas também vamos combinar que com essa neve toda não tinha como dar errado. :-)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Park-a-Dise City by Igor Nabhan
Mais um vídeo da snowtrip de Utah saiu do forno, by Igor Nabhan. Curtam aí esses momentos!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Snowtrip Utah 2011 by Abras
Nada como vídeos, fotos e relatos pra lembrar os bons momentos das viagens!
Utah, we'll be back!
Utah, we'll be back!
domingo, 13 de março de 2011
16° Dia: Canyons
Hoje fui com o Bruno W e família para Canyons. A estação, que fica perto de Park City, é uma das maiores da região. O céu estava nublado, dando uma trégua no calor dos últimos dois dias. Mesmo sendo sábado a estação não estava cheia e não pegamos fila em nenhum momento. A única parte que tinha mais gente era no snowpark, pois estava acontecendo um evento patrocinado pela Oakley. Além da competição teve uma festa e show no final do dia.


Assim que chegamos encontramos um grupo de brasileiros de diferentes estados, um pessoal gente boa que ficou de visitar o SnowAdventures. Em seguida começou a nevar, e resolvemos iniciar o dia pelo lift Iron Mountain Express, que fica numa parte nova da montanha que eu ainda não tinha visitado. Por ali tem muitas pistas azuis e também caminhos entre as árvores. É interessante como estão expandindo a estação, inclusive com a construção de casas espetaculares no meio da montanha. Tem um tipo de loteamento chamado The Colony perto do lift Day Break com casas de cair o queixo. O lema do lugar é "Home sweet 2nd home", ou seja, "Lar, doce segundo lar". As pistas passam por pontes sobre as estradas, o lugar é bonito mesmo.
As meninas Duda e Carol estão andando muito bem. Duda na sua primeira temporada de snowboard depois de mudar do esqui, e Carol botando pra baixo junto com a Laura. Essas crianças são aceleradas! Andei quase o dia todo com o Bruno, pois quebrou uma tira do binding do seu primo Gustavo e ele teve que descer para a base. O lugar onde encontramos a melhor neve foi no lift Day Break, o tal das casas espetaculares. No final do dia fizemos umas descidas no snowpark, mas a visibilidade já estava ruim pela neve e um pouco de neblina. O Bruno ainda teve paciência de tirar umas fotos. Valeu o dia!


Igor e Pablo foram para Snowbasin, a estação dos banheiros luxuosos, e quando chegaram no hotel disseram que tiveram um dia de gala.
Com a neve que caiu o dia inteiro imagino que as condições estarão boas amanhã. Ainda não decidimos para onde ir, mas agora restam apenas mais 2 dias de snowboard.
Assim que chegamos encontramos um grupo de brasileiros de diferentes estados, um pessoal gente boa que ficou de visitar o SnowAdventures. Em seguida começou a nevar, e resolvemos iniciar o dia pelo lift Iron Mountain Express, que fica numa parte nova da montanha que eu ainda não tinha visitado. Por ali tem muitas pistas azuis e também caminhos entre as árvores. É interessante como estão expandindo a estação, inclusive com a construção de casas espetaculares no meio da montanha. Tem um tipo de loteamento chamado The Colony perto do lift Day Break com casas de cair o queixo. O lema do lugar é "Home sweet 2nd home", ou seja, "Lar, doce segundo lar". As pistas passam por pontes sobre as estradas, o lugar é bonito mesmo.
As meninas Duda e Carol estão andando muito bem. Duda na sua primeira temporada de snowboard depois de mudar do esqui, e Carol botando pra baixo junto com a Laura. Essas crianças são aceleradas! Andei quase o dia todo com o Bruno, pois quebrou uma tira do binding do seu primo Gustavo e ele teve que descer para a base. O lugar onde encontramos a melhor neve foi no lift Day Break, o tal das casas espetaculares. No final do dia fizemos umas descidas no snowpark, mas a visibilidade já estava ruim pela neve e um pouco de neblina. O Bruno ainda teve paciência de tirar umas fotos. Valeu o dia!
Igor e Pablo foram para Snowbasin, a estação dos banheiros luxuosos, e quando chegaram no hotel disseram que tiveram um dia de gala.
Com a neve que caiu o dia inteiro imagino que as condições estarão boas amanhã. Ainda não decidimos para onde ir, mas agora restam apenas mais 2 dias de snowboard.
sábado, 12 de março de 2011
Breckenridge by Biel
O Biel mandou esse vídeo da trip para Breckenridge no Carnaval. É muito bom lembrar daquela terra!
sexta-feira, 11 de março de 2011
14° Dia: Solitude
Perto das 9 da manhã saímos do hotel eu, Igor e Pablo e fomos para Solitude, estação que fica na região de Cottonwood Canyons. Combinamos de encontrar lá com o Ike e o Clayton. Bruno W e família tiraram o dia para dar uma volta pela cidade e descansar.
A essa altura da viagem não estamos com tanto pique de sair cedo do hotel, até porque ficamos um pouco mal-acostumados com a praticidade do ski-in/ski-out. Mesmo assim o dia valeu muito a pena.
Solitude fica bem ao lado de Brighton, a cerca de meia hora do centro de Salt Lake City. A parte final da estrada é bem estreita e de mão dupla, mas muito bonita. Diversas casas na beira do caminho ainda totalmente cobertas de neve, apesar do calor dos últimos dias. Depois da experiência de ontem, hoje fomos com casacos mais leves. Caro que pela Lei de Murphy hoje já estava um pouco mais frio.
Chegando em Solitude a boa surpresa: boa neve e estação vazia, mesmo sendo sexta-feira. São 5 lifts na parte da frente da montanha, sendo 3 expressos, que levam para pistas muito bem grumadas. Como não neva há 3 dias os fora de pista estão meio maltratados, mas as pistas lisas e bem cuidadas fizeram a nossa cabeça. A parte direita da montanha onde fica o lift Eagle Express é um bom lugar pra os intermediários irem um passo adiante, com pistas azuis e pretas largas e de boa inclinação. Para os que sentem-se confortáveis com pistas um pouco mais inclinadas, o lift Powderhorn é boa opção.
Por toda a montanha a neve estava boa, do tipo que levanta uma nuvem de neve quando você faz uma curva mais arrojada. Não pegamos gelo em momento algum.


Ainda na frente da montanha tem um pequeno snowpark com saltos bem fáceis e alguns boxes e rails. As pessoas acostumadas com saltos grandes e snowparks maiores talvez não vejam muita graça, mas conseguimos nos divertir ali. A essa altura já tinhamos encontrado o Ike, que mesmo estando na sua primeira temporada de verdade no snowboard se aventurou nos saltos. Mesma coisa com o Pablo, que se está se recuperando de contusão no final do ano mas manteve o grupo unido.
Depois de andar um pouco por ali pegamos o lift Summit que leva, é claro, para o topo da estação. Ali a paisagem muda bastante, com mais árvores e pistas mais estreitas. Lembra uma coisa mais rústica, como se você estivesse andando no meio de uma floresta. Muito bacana também. Dali pode-se ver a estação de Brighton.


Saímos de lá satisfeitos depois do último lift fechar, com a impressão de que é uma estação muito bem cuidada e que dá vontade de voltar.
A essa altura da viagem não estamos com tanto pique de sair cedo do hotel, até porque ficamos um pouco mal-acostumados com a praticidade do ski-in/ski-out. Mesmo assim o dia valeu muito a pena.
Solitude fica bem ao lado de Brighton, a cerca de meia hora do centro de Salt Lake City. A parte final da estrada é bem estreita e de mão dupla, mas muito bonita. Diversas casas na beira do caminho ainda totalmente cobertas de neve, apesar do calor dos últimos dias. Depois da experiência de ontem, hoje fomos com casacos mais leves. Caro que pela Lei de Murphy hoje já estava um pouco mais frio.
Chegando em Solitude a boa surpresa: boa neve e estação vazia, mesmo sendo sexta-feira. São 5 lifts na parte da frente da montanha, sendo 3 expressos, que levam para pistas muito bem grumadas. Como não neva há 3 dias os fora de pista estão meio maltratados, mas as pistas lisas e bem cuidadas fizeram a nossa cabeça. A parte direita da montanha onde fica o lift Eagle Express é um bom lugar pra os intermediários irem um passo adiante, com pistas azuis e pretas largas e de boa inclinação. Para os que sentem-se confortáveis com pistas um pouco mais inclinadas, o lift Powderhorn é boa opção.
Por toda a montanha a neve estava boa, do tipo que levanta uma nuvem de neve quando você faz uma curva mais arrojada. Não pegamos gelo em momento algum.
Ainda na frente da montanha tem um pequeno snowpark com saltos bem fáceis e alguns boxes e rails. As pessoas acostumadas com saltos grandes e snowparks maiores talvez não vejam muita graça, mas conseguimos nos divertir ali. A essa altura já tinhamos encontrado o Ike, que mesmo estando na sua primeira temporada de verdade no snowboard se aventurou nos saltos. Mesma coisa com o Pablo, que se está se recuperando de contusão no final do ano mas manteve o grupo unido.
Depois de andar um pouco por ali pegamos o lift Summit que leva, é claro, para o topo da estação. Ali a paisagem muda bastante, com mais árvores e pistas mais estreitas. Lembra uma coisa mais rústica, como se você estivesse andando no meio de uma floresta. Muito bacana também. Dali pode-se ver a estação de Brighton.
Saímos de lá satisfeitos depois do último lift fechar, com a impressão de que é uma estação muito bem cuidada e que dá vontade de voltar.
segunda-feira, 7 de março de 2011
10° Dia: Powder novamente
Hoje foi a despedida do Fabiano, Abras, Henrique, Felipe, Vinícius e Rafael, e parece que São Pedro resolveu dar uma força. Com a neve que continuou caindo em Park City, o presente foi pra todos. Abras, fominha como sempre (no bom sentido), foi um dos primeiros a entrar na pista. Eu tinha combinado de encontrar com ele às 8:30 na bilheteria da estação, mas acabei demorando mais um pouco e ele partiu sozinho para o seu playground na região dos lifts Pioneer e McConkeys. Engraçado que o Igor estava andando nos mesmos lifts nessa mesma hora, mas os dois estavam tão concentrados em suas descidas que demoraram muito tempo pra se encontrar.
Lá pelas 10 horas metade da nossa galera já estava andando por ali. Encontramos também outros 2 casais de brasileiros mas nem tivemos chance de desenvolver muito o assunto, tamanha a pressa de pegar o lift ou de botar pra baixo ao chegar lá em cima. Quando o pessoal teve que ir embora acho que já estavam com as pernas fracas.
Na parte da tarde começou a cair ainda mais neve, cobrindo as marcas anteriores nos caminhos. Tinha neve nova e fofa por todos os cantos. Além dos dois lifts que já falei, onde tem muita neve é na região dos lifts Silverlode e Thaynes. Até comentei com o Igor que a área do Thaynes é a cara do videogame Shaun White Snowboarding, com as construções abandonadas de mineração. Muito legal.
Estava difícil tirar fotos, mas conseguimos salvar alguma coisa:


Vídeos de GoPro tem bastante, mas acho que a edição só vai sair quando chegarmos no Brasil.
Mais cedo consegui falar com o Guilherme e Gustavo Barbosa, mas foi difícil encontrar durante o dia. Amanhã nos encontraremos sem falta.
No início da noite fomos fazer umas compras no outlet e a neve caía forte, estava bem ruim para dirigir. Agora é dormir para aproveitar mais um dia excelente.
Lá pelas 10 horas metade da nossa galera já estava andando por ali. Encontramos também outros 2 casais de brasileiros mas nem tivemos chance de desenvolver muito o assunto, tamanha a pressa de pegar o lift ou de botar pra baixo ao chegar lá em cima. Quando o pessoal teve que ir embora acho que já estavam com as pernas fracas.
Na parte da tarde começou a cair ainda mais neve, cobrindo as marcas anteriores nos caminhos. Tinha neve nova e fofa por todos os cantos. Além dos dois lifts que já falei, onde tem muita neve é na região dos lifts Silverlode e Thaynes. Até comentei com o Igor que a área do Thaynes é a cara do videogame Shaun White Snowboarding, com as construções abandonadas de mineração. Muito legal.
Estava difícil tirar fotos, mas conseguimos salvar alguma coisa:
Vídeos de GoPro tem bastante, mas acho que a edição só vai sair quando chegarmos no Brasil.
Mais cedo consegui falar com o Guilherme e Gustavo Barbosa, mas foi difícil encontrar durante o dia. Amanhã nos encontraremos sem falta.
No início da noite fomos fazer umas compras no outlet e a neve caía forte, estava bem ruim para dirigir. Agora é dormir para aproveitar mais um dia excelente.
domingo, 6 de março de 2011
9° Dia: Park City Powder Day!!!
Conforme a previsão do tempo, amanheceu nevando. Por sorte a gente já tinha combinado de acordar mais cedo, então pouco depois das 9 horas estávamos na montanha.
Saindo da base, parti com os mineiros Abras, Felipe, Rafael e Vinícius (que é de Brasília, mas foi adotado pela turma de BH) pelo lift Crescent em direção à parte de trás da montanha. Descemos até a base do lift King Con para tentar encontrar com o Bruno W, e nessa primeira descida vimos que a neve estava boa. Fizemos mais algumas descidas pelo lift Silverlode que estava bem movimentado, e como não conseguimos encontrar o Bruno partimos para partes da montanha que deveriam estar mais vazias. Aí é que a brincadeira começou.
Chegando na região amarela onde ficam os lifts Pioneer e McConkeys (as áreas da estação são divididas em cores) encontramos o que a gente mais procura: powder. A essa altura já estava nevando mais forte e essa área tinha recebido muita neve. Nas pistas, fora de pista, entre as árvores, pra onde você olhasse e andasse era muita neve fofa. Henrique se juntou a nós e, sem exagero, ficamos nesses dois lifts das 11 às 4 da tarde, sendo que o McConkeys é rápiodo mas o Pioneer é um lift bem lento. Só que pra essa é uma região da montanha pra onde poucas pessoas vão, provavelmente por ser meio afastada. Esse foi o nosso playground.
Paramos poucos momentos para satisfazer as necessidades mais extremas, almoçamos barras de cereais subindo o lift (menos o Abras que come o tempo todo e não podia ficar sem um sanduba, mas perdeu só umas 2 descidas) e o resultado foi esse:

Saindo da base, parti com os mineiros Abras, Felipe, Rafael e Vinícius (que é de Brasília, mas foi adotado pela turma de BH) pelo lift Crescent em direção à parte de trás da montanha. Descemos até a base do lift King Con para tentar encontrar com o Bruno W, e nessa primeira descida vimos que a neve estava boa. Fizemos mais algumas descidas pelo lift Silverlode que estava bem movimentado, e como não conseguimos encontrar o Bruno partimos para partes da montanha que deveriam estar mais vazias. Aí é que a brincadeira começou.
Chegando na região amarela onde ficam os lifts Pioneer e McConkeys (as áreas da estação são divididas em cores) encontramos o que a gente mais procura: powder. A essa altura já estava nevando mais forte e essa área tinha recebido muita neve. Nas pistas, fora de pista, entre as árvores, pra onde você olhasse e andasse era muita neve fofa. Henrique se juntou a nós e, sem exagero, ficamos nesses dois lifts das 11 às 4 da tarde, sendo que o McConkeys é rápiodo mas o Pioneer é um lift bem lento. Só que pra essa é uma região da montanha pra onde poucas pessoas vão, provavelmente por ser meio afastada. Esse foi o nosso playground.
Paramos poucos momentos para satisfazer as necessidades mais extremas, almoçamos barras de cereais subindo o lift (menos o Abras que come o tempo todo e não podia ficar sem um sanduba, mas perdeu só umas 2 descidas) e o resultado foi esse:

quarta-feira, 2 de março de 2011
5° Dia: Park City
Começando a segunda parte da viagem, saímos de Salt Lake na quarta-feira de manhã com destino a Parl City. Carros abarrotados pra variar, e no nosso caso com as malas dos snowboards presas no teto.
Chegamos em Park City perto das 11 da manhã, e depois de deixar as malas no hotel fomos pra montanha. Estamos hospedados no hotel Shadow Ridge, que fica a poucos metros da pista. Outra parte da turma está no Lodge at Mountain Village, que fica ao lado do nosso e é mais perto ainda da pista, literalmente ski-in/out. O hotel é muito bom e os apartamentos grandes, vale a pena. Da nossa janela dá pra ver o lift Payday, cuja pronúncia é alvo de piadas infantis e onde acontece o esqui noturno.
O esqui noturno em Park City é na parte da frente da montanha e vai até as 9 da noite, então mesmo começando o dia cedo dá pra aproveitar bastante. Depois das 4 da tarde tinha uma pista e o snowpark abertos, sendo que o snowpark tem um lift próprio. Andamos até as 7 horas e ainda estava claro, mas deu pra matar a vontade e perceber que a montanha é muito grande. Amanhã vamos explorar todo o terreno.
Chegamos em Park City perto das 11 da manhã, e depois de deixar as malas no hotel fomos pra montanha. Estamos hospedados no hotel Shadow Ridge, que fica a poucos metros da pista. Outra parte da turma está no Lodge at Mountain Village, que fica ao lado do nosso e é mais perto ainda da pista, literalmente ski-in/out. O hotel é muito bom e os apartamentos grandes, vale a pena. Da nossa janela dá pra ver o lift Payday, cuja pronúncia é alvo de piadas infantis e onde acontece o esqui noturno.
O esqui noturno em Park City é na parte da frente da montanha e vai até as 9 da noite, então mesmo começando o dia cedo dá pra aproveitar bastante. Depois das 4 da tarde tinha uma pista e o snowpark abertos, sendo que o snowpark tem um lift próprio. Andamos até as 7 horas e ainda estava claro, mas deu pra matar a vontade e perceber que a montanha é muito grande. Amanhã vamos explorar todo o terreno.
terça-feira, 1 de março de 2011
4° Dia: Snowbird
Essa terça-feira fomos pra Snowbird. Como as outras estações que fomos, o caminho é bem tranquilo e chegando lá o estacionamento é fácil. A primeira coisa que me marcou foi que as construções na base da montanha são todas de concreto aparente, ao contrário da maioria das estações que tem construções de madeira, mais com cara de montanha. Logo em seguida não dá pra deixar de reparar no imenso Tram que leva da base até o ponto mais alto da montanha. É um daqueles bondinhos para mais de 100 pessoas que se encontra bastante na Europa e em Jackson Hole nos Estados Unidos. Em Snowbird tem um preço direrenciado pra usar o Tram. O lift com direito ao Tram custa 8 dólares mais caro que sem Tram. O tempo estava bom e pra gente não fez muita diferença, mas imagino que num dia frio o preço valha o conforto.
A montanha é bem grande, talvez a maior que fomos atá agora. Assim que chegamos fomos para a parte de trás da montanha, chamada Mineral Basin, que guardadas as proporções lembrou os back bowls de Vail. Os fora de pista já estavam bastante marcados e cheios de bumps, mas as pistas ainda bem grumadas.
Percebendo que não encontraríamos a nossa alegria ali, nos juntamos com uma parte da galera que tinha chegado mais cedo (Abras, Felipe, Henrique, Rafael) e fomos para a parte da frente da montanha. Aí a coisa começou a ficar boa. Na descida do alto do Tram, a pista preta Regulator Johnson é bastante inclinada mas tendo boa neve pode ser encarada por qualquer pessoa que desça pistas azuis. Todo mundo se deu bem ali. Essa descida é bem longa e bacana até a base da montanha (e do Tram), passando em alguns trechos de caminhos estreitos. No final da descida chegamos ao pequeno snowpark de Snowbird, que é bom para os treinos de iniciantes.
O Pablo chegou ontem e hoje foi mais um companheiro na montanha. Gaúcho sofreu uma tentativa de sabotagem do Fabiano de mudar toda a regulagem dos bindings na hora de entrar na pista, mas passou por essa sem problemas. O pessoal que até hoje fez poucas viagens de snow está evoluindo bastante e já estão bem à vontade para andar pela montanha toda.
A conclusão é que a parte da frente da montanha foi onde encontramos as melhores condições de neve e de pistas. Terreno grande, boa infraestrutura. Até o final da viagem podemos voltar após uma nevasca para pegar melhores condições de neve na parte que faltou.
A montanha é bem grande, talvez a maior que fomos atá agora. Assim que chegamos fomos para a parte de trás da montanha, chamada Mineral Basin, que guardadas as proporções lembrou os back bowls de Vail. Os fora de pista já estavam bastante marcados e cheios de bumps, mas as pistas ainda bem grumadas.
Percebendo que não encontraríamos a nossa alegria ali, nos juntamos com uma parte da galera que tinha chegado mais cedo (Abras, Felipe, Henrique, Rafael) e fomos para a parte da frente da montanha. Aí a coisa começou a ficar boa. Na descida do alto do Tram, a pista preta Regulator Johnson é bastante inclinada mas tendo boa neve pode ser encarada por qualquer pessoa que desça pistas azuis. Todo mundo se deu bem ali. Essa descida é bem longa e bacana até a base da montanha (e do Tram), passando em alguns trechos de caminhos estreitos. No final da descida chegamos ao pequeno snowpark de Snowbird, que é bom para os treinos de iniciantes.
O Pablo chegou ontem e hoje foi mais um companheiro na montanha. Gaúcho sofreu uma tentativa de sabotagem do Fabiano de mudar toda a regulagem dos bindings na hora de entrar na pista, mas passou por essa sem problemas. O pessoal que até hoje fez poucas viagens de snow está evoluindo bastante e já estão bem à vontade para andar pela montanha toda.
A conclusão é que a parte da frente da montanha foi onde encontramos as melhores condições de neve e de pistas. Terreno grande, boa infraestrutura. Até o final da viagem podemos voltar após uma nevasca para pegar melhores condições de neve na parte que faltou.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
3° Dia: Snowbasin
No terceiro dia o grupo cresceu com a chegada do Bruno W com a esposa Laura e as filhas Duda e Carol. Fomos pra Snowbasin, estação que fica no caminho para Powder Mountain a uns 50 minutos do hotel. A estrada é muito boa e não pegamos nenhum trânsito. Chegando lá, estacionamento super fácil e a constatação foi imediata: é uma estação 5 estrelas. O bar/restaurante/lounge na base é novo em folha e lembra a sofisticação de Beaver Creek. Tem uns sofás de couro pras pessoas descansarem em frente à lareira e os banheiros parecem do Waldorf Astoria. E o lift custa 66 dolares, mais barato que Solitude.

O lift principal é a gôndola Needles Express, mais um conforto. Quando chegamos tinha uma fila razoável, mas que anda rápido. Pelo tempo da subida nos 2300 pés deu pra perceber que as descidas seriam longas. Pistas largas e vazias foram constantes o dia inteiro. A montanha é grande mas dá pra encontrar as pessoas, pois quase todos os lifts voltam para a base. O restaurante com mesas do lado de fora foi o ponto de encontro da galera.
A neve nas pistas estava boa e, mesmo não tendo nevado nos 2 últimos dias, em diversos lugares perto das árvores ainda tinha neve fofa. Tem um outro lift bem longo na parte direita da montanha chamado John Paul Express que também leva para áreas com bastante neve, mas é uma parte mais avançada.

Pra mim, a parte da montanha que estava com a melhor neve era na descida do lift Porcupine. Por ser um lift aberto e não tão rápido, acaba sendo usado por poucas pessoas mas o terreno é muito bom. Fiz umas descidas muito boas ali com o Henrique, Igor e Fabiano. Essas descidas entre as árvores foi onde terminamos o dia.

A conclusão é que Snowbasin é uma montanha de primeira, visual incrível e a melhor estrutura que encontramos até agora. Um terreno muito bom, snowpark razoável e muito conforto. Recomendo!
À noite boa parte da galera foi assistir o jogo de basquete do Utah Jazz com o Boston Celtics. Vitória do Boston, para alegria do Márcio e tristeza de boa parte dos outros.

O lift principal é a gôndola Needles Express, mais um conforto. Quando chegamos tinha uma fila razoável, mas que anda rápido. Pelo tempo da subida nos 2300 pés deu pra perceber que as descidas seriam longas. Pistas largas e vazias foram constantes o dia inteiro. A montanha é grande mas dá pra encontrar as pessoas, pois quase todos os lifts voltam para a base. O restaurante com mesas do lado de fora foi o ponto de encontro da galera.
A neve nas pistas estava boa e, mesmo não tendo nevado nos 2 últimos dias, em diversos lugares perto das árvores ainda tinha neve fofa. Tem um outro lift bem longo na parte direita da montanha chamado John Paul Express que também leva para áreas com bastante neve, mas é uma parte mais avançada.

Pra mim, a parte da montanha que estava com a melhor neve era na descida do lift Porcupine. Por ser um lift aberto e não tão rápido, acaba sendo usado por poucas pessoas mas o terreno é muito bom. Fiz umas descidas muito boas ali com o Henrique, Igor e Fabiano. Essas descidas entre as árvores foi onde terminamos o dia.

A conclusão é que Snowbasin é uma montanha de primeira, visual incrível e a melhor estrutura que encontramos até agora. Um terreno muito bom, snowpark razoável e muito conforto. Recomendo!
À noite boa parte da galera foi assistir o jogo de basquete do Utah Jazz com o Boston Celtics. Vitória do Boston, para alegria do Márcio e tristeza de boa parte dos outros.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
1° Dia: Chegada e noturno em Brighton
Depois do vôo de 14 horas como de custume, chegamos a Salt Lake City! Do avião vimos a cidade toda coberta de neve, coisa rara nas cidades grandes. A cidade é toda cercada de montanhas que você vê de todos os lugares, e nesse ponto lembra um pouco Santiago do Chile. A sede de neve estava grande então, enquanto alguns foram fazer as compras de última hora, eu, Igor, Caetano, Márcio e Alex fomos fazer um esqui noturno em Brighton. Tinhamos até ficado de encontrar com o pessoal que chegou un dia antes, mas na hora nos desencontramos.

Chegamos na montanha às 4 da tarde, justamente na hora que começa o esqui noturno. Na verdade, de noturno tem só o nome. Engraçado que ao contrário da maioria das estações, em Brighton escurece bem tarde. Mesmo eles tendo ligado os refletores cedo, até as 6:30 ainda estava claro.
A neve estava muito boa, ainda mais levando em conta a hora que chegamos na montanha. Também, cairam 50 cm de neve nas últimas 24 horas! Mesmo assim, d[a pra perceber que a neve dura bastante por aqui. Ainda tivemos tempo de fazer algumas passadas pelo snowpark, que é bem bacana.


Só pra fazer uma comparação, a área que fica aberta à noite é menor do que em Keystone, por exemplo. Mas pra gente foi mais do que suficiente, depois de um dia viajando de avião. Pouco antes das 8 horas demos a tarefa por encerrada, satisfeitos.
Chegando no hotel encontramos a turma das compras e os que chegaram antes e pensamos em sair pra jantar, mas a essa altura todos queriam mais era dormir pra recuperar as energias. Afinal, amanhã a snowtrip começa com força total!
Chegamos na montanha às 4 da tarde, justamente na hora que começa o esqui noturno. Na verdade, de noturno tem só o nome. Engraçado que ao contrário da maioria das estações, em Brighton escurece bem tarde. Mesmo eles tendo ligado os refletores cedo, até as 6:30 ainda estava claro.
A neve estava muito boa, ainda mais levando em conta a hora que chegamos na montanha. Também, cairam 50 cm de neve nas últimas 24 horas! Mesmo assim, d[a pra perceber que a neve dura bastante por aqui. Ainda tivemos tempo de fazer algumas passadas pelo snowpark, que é bem bacana.
Só pra fazer uma comparação, a área que fica aberta à noite é menor do que em Keystone, por exemplo. Mas pra gente foi mais do que suficiente, depois de um dia viajando de avião. Pouco antes das 8 horas demos a tarefa por encerrada, satisfeitos.
Chegando no hotel encontramos a turma das compras e os que chegaram antes e pensamos em sair pra jantar, mas a essa altura todos queriam mais era dormir pra recuperar as energias. Afinal, amanhã a snowtrip começa com força total!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Snowtrip Utah: amanhã é o dia!
Mais uma snowtrip do SnowAdventures de aproxima. Amanhã embarcaremos para Utah, para ver ao vivo e andar na famosa "champagne powder" dos Estados Unidos. Juntando antigos companheiros de viagem com os mais recentes e os que conheceremos agora, serão 36 pessoas no total. Nem vou citar os nomes agora pra não correr o risco de esquecer alguém.
A primeira parada será em Salt Lake City, onde ficaremos 4 dias visitando as estações próximas. Em seguida vamos para Park City onde ficaremos uma semana, para depois passar mais alguns dias novamente em Salt Lake. Em Salt Lake precisaremos ir de carro pras estações, e em Park City ficaremos em frente ao lift. Dessa maneira, vamos juntar a chance de visitar diversas estações com a praticidade de ficar hospedados ski-in/ski-out.
Pelo mapa abaixo das estações da região dá pra ter uma idéia do que nos espera. Melhor ainda, a previsão é de neve para os próximos dias. Quer dizer, não vai faltar história pra contar aqui.

Já estamos pensando em esquiar no dia da chegada, pois a estação de Brighton fica aberta à noite. O plano para os próximos dias, a princípio, é o seguinte:
- Sábado: Brighton, se der tempo
- Domingo: Powder Mountain
- Segunda: Snowbird
- Terça: Snowbasin
Quarta ainda está em aberto e a partir de quinta estaremos em Park City/The Canyons.
Então é isso, acompanhem aqui o desenrolar dessa história!
A primeira parada será em Salt Lake City, onde ficaremos 4 dias visitando as estações próximas. Em seguida vamos para Park City onde ficaremos uma semana, para depois passar mais alguns dias novamente em Salt Lake. Em Salt Lake precisaremos ir de carro pras estações, e em Park City ficaremos em frente ao lift. Dessa maneira, vamos juntar a chance de visitar diversas estações com a praticidade de ficar hospedados ski-in/ski-out.
Pelo mapa abaixo das estações da região dá pra ter uma idéia do que nos espera. Melhor ainda, a previsão é de neve para os próximos dias. Quer dizer, não vai faltar história pra contar aqui.

Já estamos pensando em esquiar no dia da chegada, pois a estação de Brighton fica aberta à noite. O plano para os próximos dias, a princípio, é o seguinte:
- Sábado: Brighton, se der tempo
- Domingo: Powder Mountain
- Segunda: Snowbird
- Terça: Snowbasin
Quarta ainda está em aberto e a partir de quinta estaremos em Park City/The Canyons.
Então é isso, acompanhem aqui o desenrolar dessa história!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
The Art of Flight - snowboarding film w ith Travis Rice
Trailer do novo filme do Travis Rice, promete muito!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Equipamentos de Ski e Snowboard 2012
No final de Janeiro aconteceu em Denver o SIA Snow Show, feira realizada pela Snowsports Industry America. Além de palestras e seminários, a feira contou com 540 exibidores, incluindo é claro as marcas mais famosas.
Depois da feira aconteceram 3 dias de demos dos equipamentos em Winter Park, CO. Estive nessa parte do evento do ano passado, muito legal.
Mais informações no site: http://siasnowshow.snowsports.org/
Seguem algumas fotos tiradas pela TruSnow.com , uma das lojas online preferidas dos brasileiros.



Depois da feira aconteceram 3 dias de demos dos equipamentos em Winter Park, CO. Estive nessa parte do evento do ano passado, muito legal.
Mais informações no site: http://siasnowshow.snowsports.org/
Seguem algumas fotos tiradas pela TruSnow.com , uma das lojas online preferidas dos brasileiros.



sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Davos por Claudio Rauen
Vídeo enviado pelo Claudio Rauen dos seus primeiros dias em Davos nessa temporada.
Snowmotion - Davos 2011 - Parsenn wepisode #1 from Marco Lomiler on Vimeo.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Snowmass - Telluride 2011
COLORADO, 16 a 29 de Janeiro de 2011
SNOWMASS - TELLURIDE
A trip de 2011 foi, em resumo, a seguinte: passamos 7 dias em Snowmass, um dos quais andamos em Hihglands e outro em Butter, e, mudando de base, mais 3 dias em Telluride, a suldoeste de Aspen, umas 4 ou 5 horas de viagem, e, para evitar problemas no retorno, o último dia em Breck, onde encontramos Cassilatti, Perroni e Demétrio. Já que por Eagle estava muito caro, voamos por Denver, onde alugamos o carro. Eu e Johnny fizemos todo o circuito. Em Snowmass tivemos a companhia do Robson e do Carlão, com as famílias, e do Pedro “Lake Tahoe”, além de alguns amigos do Johnny que estavam lá por todo o mês, Carlinhos e Albano (os High Society board boys) e outros. No quarto dia chegaram Bruno, Bernardo, Paulo e Leo Camicase, que andaram dois ou três dias em SN e seguiram conosco para Telluride, a nova fronteira do ski do velho-oeste.
Convém lembrar que, tirando o Paulo, essa foi uma viagem de snowboarders mostly freeriders/all mountain, que fazem promessa para qualquer santo, mesmo os ateus, para nevar 8 inchs, mas que curtem saltos pequenos e médios e se aventuram modestamente no pipe. É nessa linha que seguem os pontos de vista deste relato. Mas não temos qualquer preconceito contra esquiadores e os freestyles em geral. Ao contrário, ir a Breck e assistir esquiadores detonando no park é simplesmente um programa imperdível.
Mas é curioso como as viagens de esqui nem sempre são justas com o resorts visitados. Quando chegamos em Snowmass, o lugar onde mais nevava era Breck, mas quando lá estivemos, no último dia, já era o quarto ou quinto dia de sol. Embora tenhamos tido boas condições em Snowmass, nevava um pouco dia sim, dia não, foi na pequena Buttermilk que tivemos o melhor dia, com neve generosa e boa visibilidade. Em nossa estadia em Telluride, lamentamos muito que havia quase duas semanas que não nevava, o que é muito incomum para a região.
Para olhos menos treinados, isso poderia significar uma conclusão errônea sobre a estação: achar que Butter é a melhor das estações ou que Telluride e Breck são as piores, ambas, é claro, conclusões errôneas. Aliais, de minhas parcas andanças, estou certo de que não só não existe um resort perfeito, como também nem quase sempre é muito difícil dizer qual é a melhor entre duas estações tidas como de ponta, mesmo porque cada um tem suas próprias expectativas e preferências. Eu, particularmente, gosto de uma montanha com boas pistas para carving, algumas pistas pretas inclinadas e grumadas para testar o edge, um bom fora-de-pista, de preferência sem árvores ou com um bosques pouco densos e seguros, um parque com saltos pequenos/médios e um bom pipe. Tudo isso, é claro, com pouca fila!
GPS
Essa foi a primeira experiência nossa com gps na montanha. Tecnicamente, não usamos gps propriamente dito, mas sim PND (personal navigator device), esses que são utilizados nos carros.
Era só ligar o aparelho no início do dia e descarregar no programa no final e exportar os trackings para o google earth. Voilá, toda a trilha percorrida na montanha. Ademais, indica distância percorrida (incluindo os liftings, é claro), velocidade e altitude em cada ponto. Muito legal.
Usamos o Garmin nuvi 205, o mais simples dessa marca, e descarregávamos no Mapsource, o programa da Garmin para gerenciar o GPS. Requisito é ter o mapa dos EUA instalado.
SNOWMASS
Além de ser uma montanha grande, Snowmass pertence ao complexo constituído por outras três: Aspen (Ajax), Buttermilk e Highlands. Juntos, estes resorts compõe uma enorme área esquiável enorme, acessível com o mesmo bilhete.
Como chegar
A melhor maneira de chegar a região de Aspen-Snowmass é pelo aeroporto regional de Eagle-Vail, onde, embora não seja necessário para esquiar nas outras montanhas, convém alugar um carro, já que você acabará gastando o mesmo que no transfer e terá muito mais conforto para sair à noite, ainda que seja para simplesmente ir ao mercado.
Hospedagem
Nós ficamos hospedados no Laurelwood Condos. Ski in, ski out, muito bom. Só poderia ser um pouco mais perto do Village, embora não seja de forma alguma distante. Pegamos um estúdio (em L), sendo o ambiente do quarto (com uma cama de casal e armário) separado do da sala (com um sofá cama, poltronas, lareira e sacada), podendo, inclusive, ser isolado com uma porta camarão. Integrada com a sala, uma cozinha padrão, pequena mas funcional, suficiente para esquentar a lasanha. Interessante é que, além de wi fi, o telefone é liberado geral, para qualquer lugar do mundo. Tem também dois hot tubes ao ar livre. Só não havia dito que era gay week em Aspen... rsrsrs!!! Em Aspen, não em SM.
Snowmass Village
A vila de Snowmass não é uma cidade de verdade, como Breck, Aspen ou Telluride, mas sim uma típica vila de esqui, com dezenas de hotéis e condos construídos ao redor das pistas, na base das quais encontra-se um centro comercial com as lojas e alguns bares e restaurantes. Para quem quer fazer uma noitada, não me parece ser o local mais recomendado. Também não oferece muitas atividades extras para quem não esquia, embora exista um bom sistema de ônibus gratuitos que levam a Aspen, a Buttermilk e a Highlands.
Compras de eletrônicos e outras muambas, só em Gleenwood, a uma hora e meia de carro, onde pode-se ficar hospedado no último dia, para facilitar o retorno. Lá tem Walmart e Target. Recomendo fazer compras no site do Walmart USA, optando pela entrega site-to-store, até mesmo para não se perder tempo olhando prateleiras.
Dica: um dia, na hora do almoço, fomos comer no Big Hoss. Excelente chicken fries com curly potatoes a um preço bem em conta (U$ 8,00). Seria perfeito se não demorasse uma hora para ficar pronto!!
A montanha
Snowmass é uma montanha “massa”, perfeita para intermediários. É grande e tem muitas pistas azuis longas, rápidas e divertidas, com grooming impecável, um parques pequeno e médio, com sequências de três jumps bem cuidados, além de um parque grande, com big jumps e rails, um pipe animal e um pequeno, tudo praticamente sem filas. Embora tenha a região do Cirque, que deve ficar interessante com muita neve, falta um bom fora-de-pista que não seja um monte de bumps para condições regulares de neve, como o bowl à direita da Imperial Chair, em Breck. Também não vemos pretas grumadas, como em Telluride. Mas o bom é que você pode ir a Highlands para variar, onde as pistas são mais inclinadas e, com boas condições de neve, você pode arriscar a sorte no Loge Peak ou no Highlands bowl (que exige uma caminhada de 45 minutos que não fizemos por preguiça).
Enfim, Snowmass é um excelente destino de esqui para quem realmente quer se divertir esquiando. Além de ficar muito próximo de Aspen. Mas se o foco é badalar, fuja daqui.
TELLURIDE
Até há pouco tempo, ninguém ouvia falar em Telluride, mas nos dois últimos anos esse simpático resort, que possui o mesmo nome da cidade, chamou a atenção dos americanos. Fomos então conferir o que está rolando nessa charmosa e preservada cidade mineira do velho-oeste, onde Butt Cassidy roubou seu primeiro banco no final dos 1800, e que chegou a ser considerada fantasma nos anos 60, com o declínio da mineração, mas que ressuscitou com o turismo e com o esqui.
Como chegar
Se você vai a Telluride, não voe Denver. De lá, são 7 horas de viagem. O aeroporto mais próximo é Mont Rose, uma cidade pequena, mas com bom comércio (Target, Walmart, Sports Authority, etc), a pouco mais de uma hora de viagem. Lá na montanha você não vai precisar de carro. Pegue o transfer e economize o dinheiro do estacionamento (U$ 18,00 por dia, no The Peaks). Se quiser fazer compras, fique um dia em Mont Rose, com carro.
Telluride Village
Embora seja possível chegar à cidade esquiando, a base da montanha de onde partem os liftings fica Telluride Village, uns 500 metros acima da cidade, aonde se pode chegar de carro ou de gôndola, que pertence ao sistema de transporte público municipal e funciona até às 24:00. No Village, que é muito bonito, com duas grandes praças, há opções de lojas de roupas e lembrançinhas, aluguel de equipamentos, restaurantes, etc.
A propósito, na saída da gôndola, na base do Village, tem um restaurante muito bom, o All Red, onde jantamos no primeiro dia e de onde se vê a cidade iluminada. Não é barato, mas vale conferir, inclusive no after-ski.
Hospedagem
Há muitas opções de hospedagem, tanto na cidade, quanto no Village. Nós ficamos no The Peaks, o primeiro hotel a ser levantado na montanha. Por causa de um acordo com os donos do resort que, inspirados em Beaver Creek, queriam que fosse construído um hotel luxuoso com muitos serviços de lazer, o terreno foi vendido por um dólar e os compradores se comprometeram a construir um grande Spa e vários restaurantes no hotel. Resultado: a área de lazer é excelente, com alas exclusivas para homens e mulheres com hidromassagem térmica gigante e saunas seca e a vapor, e área comum a todos, com duas hot tubes cobertas e uma descoberta, piscina coberta para natação, piscina para lazer (parte coberta, parte ao ar livre), uma super bem equipada sala de musculação, spining, sala de ginástica, além de serviços de massagem e beleza. Além disso, o hotel conta com quatro restaurantes e áreas para after ski e eventos diversos (muita gente se casa lá). O ruim é que não tem aquela cozinha básica no quarto e não dá para fazer economia na comida, mas o hotel é show. Não perca de vista que o Village fica a 2800 metros de altitude
A montanha
A área esquiável é muito interessante. Lembra um pouco Highlands, por conta da inclinação das pistas, mas é grande como Snowmass. Tem um parque pequeno e um médio lado-a-lado que, embora não tão bem cuidados e mesmo não tendo um pipe (????), satisfizeram nossas necessidades freestyle. Há um fora-de-pista que exige uma caminhada de 30 minutos, o Bald Peak, que não vale o sacrifício da subida, porque é curto demais. Mas o Prospect Bowl e o Revelation Bowl são grandiosos. Pena que não pegamos uma boa condição de neve para poder explorar esses picos, se é que teríamos coragem para tanto.
Na região da chair 4 e da 5 encontram-se a maiorias das pistas azuis, mas cuidado que aqui existem as double-blue que podem ter muitos bumps. Na região da chair 9, temos pistas pretas grumadas. The Plunge é sensacional. Na chair 10, para os iniciantes, encontram-se as verdes, que não conhecemos, é claro.
Filas? não vimos.
De ruim, destacaria que, para cruzarmos a montanha, necessariamente pegamos algum flat, especialmente na saída do Revelation Bowl, mas nada de muito grave, é só ficar ligado e dar um gás antes do chapadão.
Em resumo. É um excelente lugar para se estar com boas condições de neve. Com pouca neve, ficaria com Snowmass.
BRECKENRIDGE
Só passamos um dia em Breck, com muito sol, pouca neve e muitos amigos. Foi divertido. Nos hospedamos no ... condo. Reservamos no dia anterior. Simples, barato e honesto. De ruim, tem que pegar um ônibus para chegar na montanha. Na volta, dá para chegar esquiando, se souber o caminho.... rsrsrs. Quase acertamos.
Aproveitei para ir no Peak ___ duas vezes, para fazer o bowl que acaba no peak 7, uma pela Imperial Chair e outra pelo famigerado T-Bar. As condições estavam razoáveis. Ademais, demos umas voltas pelos picos 7, 8 e 9. Perroni disse que o peak 10 estava muito ice.
SNOWMASS - TELLURIDE
A trip de 2011 foi, em resumo, a seguinte: passamos 7 dias em Snowmass, um dos quais andamos em Hihglands e outro em Butter, e, mudando de base, mais 3 dias em Telluride, a suldoeste de Aspen, umas 4 ou 5 horas de viagem, e, para evitar problemas no retorno, o último dia em Breck, onde encontramos Cassilatti, Perroni e Demétrio. Já que por Eagle estava muito caro, voamos por Denver, onde alugamos o carro. Eu e Johnny fizemos todo o circuito. Em Snowmass tivemos a companhia do Robson e do Carlão, com as famílias, e do Pedro “Lake Tahoe”, além de alguns amigos do Johnny que estavam lá por todo o mês, Carlinhos e Albano (os High Society board boys) e outros. No quarto dia chegaram Bruno, Bernardo, Paulo e Leo Camicase, que andaram dois ou três dias em SN e seguiram conosco para Telluride, a nova fronteira do ski do velho-oeste.
Convém lembrar que, tirando o Paulo, essa foi uma viagem de snowboarders mostly freeriders/all mountain, que fazem promessa para qualquer santo, mesmo os ateus, para nevar 8 inchs, mas que curtem saltos pequenos e médios e se aventuram modestamente no pipe. É nessa linha que seguem os pontos de vista deste relato. Mas não temos qualquer preconceito contra esquiadores e os freestyles em geral. Ao contrário, ir a Breck e assistir esquiadores detonando no park é simplesmente um programa imperdível.
Mas é curioso como as viagens de esqui nem sempre são justas com o resorts visitados. Quando chegamos em Snowmass, o lugar onde mais nevava era Breck, mas quando lá estivemos, no último dia, já era o quarto ou quinto dia de sol. Embora tenhamos tido boas condições em Snowmass, nevava um pouco dia sim, dia não, foi na pequena Buttermilk que tivemos o melhor dia, com neve generosa e boa visibilidade. Em nossa estadia em Telluride, lamentamos muito que havia quase duas semanas que não nevava, o que é muito incomum para a região.
Para olhos menos treinados, isso poderia significar uma conclusão errônea sobre a estação: achar que Butter é a melhor das estações ou que Telluride e Breck são as piores, ambas, é claro, conclusões errôneas. Aliais, de minhas parcas andanças, estou certo de que não só não existe um resort perfeito, como também nem quase sempre é muito difícil dizer qual é a melhor entre duas estações tidas como de ponta, mesmo porque cada um tem suas próprias expectativas e preferências. Eu, particularmente, gosto de uma montanha com boas pistas para carving, algumas pistas pretas inclinadas e grumadas para testar o edge, um bom fora-de-pista, de preferência sem árvores ou com um bosques pouco densos e seguros, um parque com saltos pequenos/médios e um bom pipe. Tudo isso, é claro, com pouca fila!
GPS
Essa foi a primeira experiência nossa com gps na montanha. Tecnicamente, não usamos gps propriamente dito, mas sim PND (personal navigator device), esses que são utilizados nos carros.
Era só ligar o aparelho no início do dia e descarregar no programa no final e exportar os trackings para o google earth. Voilá, toda a trilha percorrida na montanha. Ademais, indica distância percorrida (incluindo os liftings, é claro), velocidade e altitude em cada ponto. Muito legal.
Usamos o Garmin nuvi 205, o mais simples dessa marca, e descarregávamos no Mapsource, o programa da Garmin para gerenciar o GPS. Requisito é ter o mapa dos EUA instalado.
SNOWMASS
Além de ser uma montanha grande, Snowmass pertence ao complexo constituído por outras três: Aspen (Ajax), Buttermilk e Highlands. Juntos, estes resorts compõe uma enorme área esquiável enorme, acessível com o mesmo bilhete.
Como chegar
A melhor maneira de chegar a região de Aspen-Snowmass é pelo aeroporto regional de Eagle-Vail, onde, embora não seja necessário para esquiar nas outras montanhas, convém alugar um carro, já que você acabará gastando o mesmo que no transfer e terá muito mais conforto para sair à noite, ainda que seja para simplesmente ir ao mercado.
Hospedagem
Nós ficamos hospedados no Laurelwood Condos. Ski in, ski out, muito bom. Só poderia ser um pouco mais perto do Village, embora não seja de forma alguma distante. Pegamos um estúdio (em L), sendo o ambiente do quarto (com uma cama de casal e armário) separado do da sala (com um sofá cama, poltronas, lareira e sacada), podendo, inclusive, ser isolado com uma porta camarão. Integrada com a sala, uma cozinha padrão, pequena mas funcional, suficiente para esquentar a lasanha. Interessante é que, além de wi fi, o telefone é liberado geral, para qualquer lugar do mundo. Tem também dois hot tubes ao ar livre. Só não havia dito que era gay week em Aspen... rsrsrs!!! Em Aspen, não em SM.
Snowmass Village
A vila de Snowmass não é uma cidade de verdade, como Breck, Aspen ou Telluride, mas sim uma típica vila de esqui, com dezenas de hotéis e condos construídos ao redor das pistas, na base das quais encontra-se um centro comercial com as lojas e alguns bares e restaurantes. Para quem quer fazer uma noitada, não me parece ser o local mais recomendado. Também não oferece muitas atividades extras para quem não esquia, embora exista um bom sistema de ônibus gratuitos que levam a Aspen, a Buttermilk e a Highlands.
Compras de eletrônicos e outras muambas, só em Gleenwood, a uma hora e meia de carro, onde pode-se ficar hospedado no último dia, para facilitar o retorno. Lá tem Walmart e Target. Recomendo fazer compras no site do Walmart USA, optando pela entrega site-to-store, até mesmo para não se perder tempo olhando prateleiras.
Dica: um dia, na hora do almoço, fomos comer no Big Hoss. Excelente chicken fries com curly potatoes a um preço bem em conta (U$ 8,00). Seria perfeito se não demorasse uma hora para ficar pronto!!
A montanha
Snowmass é uma montanha “massa”, perfeita para intermediários. É grande e tem muitas pistas azuis longas, rápidas e divertidas, com grooming impecável, um parques pequeno e médio, com sequências de três jumps bem cuidados, além de um parque grande, com big jumps e rails, um pipe animal e um pequeno, tudo praticamente sem filas. Embora tenha a região do Cirque, que deve ficar interessante com muita neve, falta um bom fora-de-pista que não seja um monte de bumps para condições regulares de neve, como o bowl à direita da Imperial Chair, em Breck. Também não vemos pretas grumadas, como em Telluride. Mas o bom é que você pode ir a Highlands para variar, onde as pistas são mais inclinadas e, com boas condições de neve, você pode arriscar a sorte no Loge Peak ou no Highlands bowl (que exige uma caminhada de 45 minutos que não fizemos por preguiça).
Enfim, Snowmass é um excelente destino de esqui para quem realmente quer se divertir esquiando. Além de ficar muito próximo de Aspen. Mas se o foco é badalar, fuja daqui.
TELLURIDE
Até há pouco tempo, ninguém ouvia falar em Telluride, mas nos dois últimos anos esse simpático resort, que possui o mesmo nome da cidade, chamou a atenção dos americanos. Fomos então conferir o que está rolando nessa charmosa e preservada cidade mineira do velho-oeste, onde Butt Cassidy roubou seu primeiro banco no final dos 1800, e que chegou a ser considerada fantasma nos anos 60, com o declínio da mineração, mas que ressuscitou com o turismo e com o esqui.
Como chegar
Se você vai a Telluride, não voe Denver. De lá, são 7 horas de viagem. O aeroporto mais próximo é Mont Rose, uma cidade pequena, mas com bom comércio (Target, Walmart, Sports Authority, etc), a pouco mais de uma hora de viagem. Lá na montanha você não vai precisar de carro. Pegue o transfer e economize o dinheiro do estacionamento (U$ 18,00 por dia, no The Peaks). Se quiser fazer compras, fique um dia em Mont Rose, com carro.
Telluride Village
Embora seja possível chegar à cidade esquiando, a base da montanha de onde partem os liftings fica Telluride Village, uns 500 metros acima da cidade, aonde se pode chegar de carro ou de gôndola, que pertence ao sistema de transporte público municipal e funciona até às 24:00. No Village, que é muito bonito, com duas grandes praças, há opções de lojas de roupas e lembrançinhas, aluguel de equipamentos, restaurantes, etc.
A propósito, na saída da gôndola, na base do Village, tem um restaurante muito bom, o All Red, onde jantamos no primeiro dia e de onde se vê a cidade iluminada. Não é barato, mas vale conferir, inclusive no after-ski.
Hospedagem
Há muitas opções de hospedagem, tanto na cidade, quanto no Village. Nós ficamos no The Peaks, o primeiro hotel a ser levantado na montanha. Por causa de um acordo com os donos do resort que, inspirados em Beaver Creek, queriam que fosse construído um hotel luxuoso com muitos serviços de lazer, o terreno foi vendido por um dólar e os compradores se comprometeram a construir um grande Spa e vários restaurantes no hotel. Resultado: a área de lazer é excelente, com alas exclusivas para homens e mulheres com hidromassagem térmica gigante e saunas seca e a vapor, e área comum a todos, com duas hot tubes cobertas e uma descoberta, piscina coberta para natação, piscina para lazer (parte coberta, parte ao ar livre), uma super bem equipada sala de musculação, spining, sala de ginástica, além de serviços de massagem e beleza. Além disso, o hotel conta com quatro restaurantes e áreas para after ski e eventos diversos (muita gente se casa lá). O ruim é que não tem aquela cozinha básica no quarto e não dá para fazer economia na comida, mas o hotel é show. Não perca de vista que o Village fica a 2800 metros de altitude
A montanha
A área esquiável é muito interessante. Lembra um pouco Highlands, por conta da inclinação das pistas, mas é grande como Snowmass. Tem um parque pequeno e um médio lado-a-lado que, embora não tão bem cuidados e mesmo não tendo um pipe (????), satisfizeram nossas necessidades freestyle. Há um fora-de-pista que exige uma caminhada de 30 minutos, o Bald Peak, que não vale o sacrifício da subida, porque é curto demais. Mas o Prospect Bowl e o Revelation Bowl são grandiosos. Pena que não pegamos uma boa condição de neve para poder explorar esses picos, se é que teríamos coragem para tanto.
Na região da chair 4 e da 5 encontram-se a maiorias das pistas azuis, mas cuidado que aqui existem as double-blue que podem ter muitos bumps. Na região da chair 9, temos pistas pretas grumadas. The Plunge é sensacional. Na chair 10, para os iniciantes, encontram-se as verdes, que não conhecemos, é claro.
Filas? não vimos.
De ruim, destacaria que, para cruzarmos a montanha, necessariamente pegamos algum flat, especialmente na saída do Revelation Bowl, mas nada de muito grave, é só ficar ligado e dar um gás antes do chapadão.
Em resumo. É um excelente lugar para se estar com boas condições de neve. Com pouca neve, ficaria com Snowmass.
BRECKENRIDGE
Só passamos um dia em Breck, com muito sol, pouca neve e muitos amigos. Foi divertido. Nos hospedamos no ... condo. Reservamos no dia anterior. Simples, barato e honesto. De ruim, tem que pegar um ônibus para chegar na montanha. Na volta, dá para chegar esquiando, se souber o caminho.... rsrsrs. Quase acertamos.
Aproveitei para ir no Peak ___ duas vezes, para fazer o bowl que acaba no peak 7, uma pela Imperial Chair e outra pelo famigerado T-Bar. As condições estavam razoáveis. Ademais, demos umas voltas pelos picos 7, 8 e 9. Perroni disse que o peak 10 estava muito ice.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Dia em Breckenridge
Ontem à noite chegamos em Breckenridge para o último dia de snow dessa viagem. Entra ano, sai ano, Breck acaba sendo uma parada constante nas snowtrips. Desta vez, eu, Pipou, Bruno e Leo Abreu viemos encontrar com o Demétrio, Bia, Cassilati e Perroni que já estavam aqui há uma semana. Pipou já conhecia a montanha, mas para o Bruno e Leo foi a primeira vez.
Um dia em Breck é pouco para andar por todas as pistas, tanto que nem chegamos a ir ao Peak 10, mas deu pra andar bastante. Saímos do Peak 9, passamos para o Peak 8, Imperial Superchair e depois Peak 7. Acaba sendo meio correria tipo tour da CVC, mas dá pra perceber que o terreno é bom. A foto no topo da Imperial Superchair não pode faltar.

Acho que a parte que Leo e Pipou mais curtiram foram os fora-de-pista double-black da Whale's Tail, saindo da Imperial para a direita. Ali você sai do topo do Peak 8 e vai até o topo do Peak 7.
Depois de um dia inteiro de snow não escapamos de uma passada pelos outlets de Silverthorne, para depois comer o famoso frango assado com purê de batatas do Downstairs Eric's. Isso é Breck.
Amanhã é dia de acordar cedo, ir para o aeroporto e voltar para o Brasil. Mais uma snowtrip chega ao final, agora é esperar a próxima.
Um dia em Breck é pouco para andar por todas as pistas, tanto que nem chegamos a ir ao Peak 10, mas deu pra andar bastante. Saímos do Peak 9, passamos para o Peak 8, Imperial Superchair e depois Peak 7. Acaba sendo meio correria tipo tour da CVC, mas dá pra perceber que o terreno é bom. A foto no topo da Imperial Superchair não pode faltar.

Acho que a parte que Leo e Pipou mais curtiram foram os fora-de-pista double-black da Whale's Tail, saindo da Imperial para a direita. Ali você sai do topo do Peak 8 e vai até o topo do Peak 7.
Depois de um dia inteiro de snow não escapamos de uma passada pelos outlets de Silverthorne, para depois comer o famoso frango assado com purê de batatas do Downstairs Eric's. Isso é Breck.
Amanhã é dia de acordar cedo, ir para o aeroporto e voltar para o Brasil. Mais uma snowtrip chega ao final, agora é esperar a próxima.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Chegada em Telluride
Ontem saímos de Snowmass eu, Pípou, Bruno W, Bernardo, Leoabreu e Paulo com destino a Telluride. Depois de pouco mais de 4 horas de viagem por estradas desertas (quase 6 horas no nosso caso por conta das inevitáveis compras pelo caminho), chegamos já de noite ao hotel. A primeira impressão foi ótima. Estamos hospedados no The Peaks Resort & Spa, na base da montanha, e o hotel é de primeira. Essa é a vista do nosso quarto.
Hoje começa uma nova aventura, acompanhem!
Hoje começa uma nova aventura, acompanhem!
sábado, 22 de janeiro de 2011
Dia em Buttermilk
O sábado em Buttermilk foi realmente muito bom. Partimos às 9h eu, Pipou, Pedro, Bernando, Paulo, Carlão e Cadu. Mesmo sendo final de semana a montanha estava vazia, era praticamente só nossa. Embora Buttermilk só tenha 3 lifts (!), eles são bem longos e cobrem uma boa área de pistas e fora de pistas. Não tem muitas pistas inclinadas, mas tem diversos caminhos entre as árvores e snowparks para todos os níveis. Depois que subimos o lift principal Summit Express fomos para o lado esquerdo da estação onde tem diversas pistas largas e de inclinação variada. A neve estava excelente, pois vinha caindo desde a noite anterior. Como bem disse o Carlão, parecia Pipeline em dia de gala. Nesse lado da montanha o lift Upper Tiehack é uma cadeirinha dupla meio sem-vergonha, mas é rápido. Como a montanha era só nossa, nem tinha do que reclamar. Andamos alí até 1 da tarde, quando paramos pra beber e comer alguma coisa. O mapa mostra o nosso trajeto no dia, até acabar a bateria do gps.

Na parte da tarde fomos nos aventurar nos snowparks, que são talvez a parte mais famosa de Buttermilk. No nosso caso os parks menores mesmo. Os parks maiores estavam fechados pra montagem do X-Games, que vão acontecer a partir de quinta-feira. Tudo é gigante com muita gente trabalhando, desde as pistas, saltos e pipe, iluminados por muitos refletores, até a estrutura de apoio com tendas, caminhões, etc.
À noite fomos todos jantar em Aspen, no restautante italiano L'Hosteria indicado pelo Jason. Boa comida, ambiente super legal e preço acessível. Para quem está hospedado em Snowmass vale a pena dar uma volta em Aspen alguns dias, a cidade é bem movimentada e tem de tudo.

Na parte da tarde fomos nos aventurar nos snowparks, que são talvez a parte mais famosa de Buttermilk. No nosso caso os parks menores mesmo. Os parks maiores estavam fechados pra montagem do X-Games, que vão acontecer a partir de quinta-feira. Tudo é gigante com muita gente trabalhando, desde as pistas, saltos e pipe, iluminados por muitos refletores, até a estrutura de apoio com tendas, caminhões, etc.
À noite fomos todos jantar em Aspen, no restautante italiano L'Hosteria indicado pelo Jason. Boa comida, ambiente super legal e preço acessível. Para quem está hospedado em Snowmass vale a pena dar uma volta em Aspen alguns dias, a cidade é bem movimentada e tem de tudo.
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